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4. Educational Studies / Estudios Educativos / Educação
Chair/ Responsable / Responsável: Claudia Augustat

 347 - Internacionalización de las universidades, intercambio internacional de estudiantes e interculturalidad

 357 - Escola intercultural e a pesquisa educacional: oralidade e memória como aportes na construção da História da Educação latino-americana do século XXI

 465 - A história da educação entre a igualdade e a diferença.

 543 - ¿Universidad y formación de educadores en Iberoamérica¿

 559 - Pueblos indígenas e Interculturalidad : Identidad y Descolonización

 587 - Políticas de educación para jóvenes y adultos

 615 - Juventud indígena y educación superior en América Latina

 628 - Las Ciencias Sociales y la enseñanza de las Ciencias de la Salud en América Latina.

 655 - Perspectivas y retos de la educación para el cambio social latinoamericano en tiempos de postmodernidad global

 688 - Educación científico-tecnológica y ciudadanización, siglos XIX-XX

 726 - Anarquismo na América: História, filosofia e experiências educativas na contemporaneidade

 793 - Estudios interculturales: de su objeto y sujetos en el escenario educativo-escolar y de las relaciones escuela-comunidad

 818 - Educación, Derechos Humanos e Interculturalidad en América Latina

 838 - Universities, Libraries, and Scholarly Communication in the Knowledge Society

 844 - Perspectivas de la Formacion Universitaria y el Proyecto Educativo en America Latina.

 852 - Fronteiras étnicas e culturas na educação brasileira

 857 - Cultural Education in an Accelerated World: Case Studies from Native North America

 935 - Educación intercultural en América Latina: Historias, modelos y experiencias de trabajo.

 957 - ¿Educación intercultural? Etnografías sobre la articulación, diálogos y tensiones entre derechos, políticas públicas y las prácticas que vivencian los pueblos indígenas

 995 - Historias y narrativas de maestras en Iberoamérica


347 - Internacionalización de las universidades, intercambio internacional de estudiantes e interculturalidad

Coordinador: Raesfeld Lydia Universidad Autónoma del Estado de Hidalgo, México
Co-Coordinador: Ursula, Bertels (Ethnologie in Schule und Erwachsenenbildung (ESE) e.V., Muenster, Germany / Deutschland)

El fomento a la internacionalización de las universidades latinoamericanas impulsa a los estudiantes a participar en intercambios y estancias a nivel internacional. Para poder participar en estas actividades se requieren además de un promedio excelente y el nivel académico adecuado, también ciertas competencias de convivencia intercultural para la vida cotidiana, la inserción en las nuevas universidades etc. Esta situación propicia algunas preguntas para la administración universitaria, los profesores y los estudiantes, los cuales se quieren discutir en el marco de este simposio: ¿Estarán los alumnos preparados para esto? ¿Cuáles son las experiencias con los que cuentan tanto alumnos como profesores y coordinadores de programas de estudio e intercambio? ¿Existen programas o cursos específicos de preparación para los alumnos en esta temática? ¿Hay una diferencia entre los alumnos según nivel de estudios, lugar de origen, etc. ? Esperamos recopilar las experiencias a nivel internacional para enriquecer el quehacer universitario referente a este tema.

palabras claves: interculturalidad, educación superior, internacionalización


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357 - Escola intercultural e a pesquisa educacional: oralidade e memória como aportes na construção da História da Educação latino-americana do século XXI

Coordenador: Morais Paulo Secretaria de Estado da Educação de São Paulo
Co-Coordenador: Silva, Roseli (SEESP, São Paulo, Brazil / Brasilien)

Inúmeras são as dúvidas e incertezas àqueles que se submetem à empreitada imigratória carregam, sobretudo os efeitos simbólicos a que estarão sujeitos a partir do instante que iniciarem suas inserções no espaço geográfico diverso de sua terra natal. Um dos campos que os efeitos simbólicos se constituirão férteis e produzirão alterações nas práticas de viver e fazer desses indivíduos, será o educacional. A pesquisa educacional sobre a estrutura do ensino, seu conteúdo, seus níveis, políticas, formação de professores, rede pública e particular, idéias filosóficas e seus pensadores, é importante para o entendimento e o desenvolvimento da educação em sentido lato, contudo, acreditamos que deva ir além da análise dos documentos produzidos pelos órgãos oficiais ou observações empíricas que não se relacionam diretamente com os sujeitos principais. Por meio dos depoimentos dos sujeitos que estão envolvidos diretamente no cotidiano escolar, consideramos a possibilidade de ampliação da visão sobre a relação desses com a cultura, sobretudo escolar, uma vez que está diretamente relacionada com suas condições de existência e, essas fontes orais irão ampliar e fornecer as pistas e explicações de como se realiza e se reproduz a construção dos espaços sociais desnivelados no espaço escolar. Dessa maneira, pretendemos mostrar que a utilização das fontes orais na pesquisa educacional além de privilegiar a apreensão do funcionamento do sistema educacional de maneira ampliada, uma vez que resgata por intermédio dos depoimentos de seus sujeitos principais: professores, alunos, pais, funcionários e todos aqueles envolvidos no cotidiano da escola; as vivências presentes no espaço escolar que os documentos escritos não conseguem transmitir, constitui-se como primordial para a construção do conhecimento sobre a escola intercultural do século XXI.

Palavras-chaves: Educação, Imigração, Interculturalidade, Escola, Multiculturalidade


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465 - A história da educação entre a igualdade e a diferença.

Coordenador: machado neimar universidade católica dom bosco


A proposta desse Simpósio Temático é interdisciplinar, pois parte do pressuposto que as sociedades estão cruzadas por oposições de classe, étnicas e de gênero, além de considerar que o diálogo com outros saberes, como a antropologia e a educação, pode ajudar na revisão crítica da História da Educação. Seu objetivo principal é articular pesquisadores em torno do desenvolvimento de trabalhos sobre história da educação escolar na perspectiva da tensão entre a igualdade e a diferença e as respostas que as instituições educativas têm dado ao desafio da diversidade cultural, especialmente na América Latina. Acredita-se que, apesar da aparente homogeneidade das instituições educativas, o interior da escola é um lugar forjado pelas diferenças culturais. No cotidiano escolar são produzidas e visibilizadas novas e antigas identidades, pois a diferenciação étnica é uma das divisões sociais significativas, pois se equipara às de gênero, classe, territoriais e comunitárias. A escola é paradoxalmente um lugar estratégico onde culturas são produzidas e reproduzidas e, ao mesmo tempo, tem historicamente contribuído na unificação territorial, política e ideológica do Estado, criando uma memória coletiva em torno de uma identidade histórica e cultural. A escola relaciona-se com outras práticas culturais mais amplas da sociedade, daí afirmar que a sociedade produz a escola e é também por ela produzida. Não há dúvidas de que, no âmbito da História da Educação, os novos olhares sobre sua inadequação frente à multiculturalidade e a influência dos Estados Nacionais no contexto de sua formação possibilitam a escrita de uma nova História das Instituições Escolares, bem como a análise do tratamento dispensado às diferenças, ao longo do tempo, nessas instituições.

Palavras-chaves: História, Educação, História da Educação, América Latina, Interculturalidade.


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543 - ¿Universidad y formación de educadores en Iberoamérica¿

Coordinador: DIANA SOTO Grupo Investigación HISULA


El simposio sobre la “Universidad y formación de educadores en Iberoamérica” se propone analizar la historia y prospectiva de la formación de los educadores desde la institución universitaria. Con la pregunta ¿Qué impacto han ejercido las universidades, desde la formación de educadores, en la transformación cultural-educativa, en la formación de líderes políticos, en el liderazgo de los cambios científicos-tecnológicos, en la formación de la nación Iberoamericana y si la universidad desde las facultades, que forman docentes, está en capacidad, desde la autonomía y la libertad de pensamiento, para investigar e innovar y formar la generación de docentes que liderará los cambios culturales educativos de la sociedad cambiante del siglo XXI?. A la universidad se le reconoce dentro de su contexto socio-político local, nacional e internacional como formadora del personal que dirige la sociedad con unos espacios de poder político y que estructura prácticas de culturas políticas que desde el siglo XVIII, ha intentado redefinir su misión y su participación en la sociedad . Por otra parte, se tomará al educador como un actor social en unos espacios de poder local y nacional. Se conectará las facultades formadoras de educadores con las tendencias del pensamiento científico-educativo avanzado de la época. Además, debemos señalar que el concepto de educador se asimila como “el especialista en la actividad docente y obra pedagógica, pero se agregaron otros conceptos como intervención en política, intelectual, social y profesional en esta área”.

palabras claves: Universidad, Educadores, Facultades de Educación. Política educativa


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559 - Pueblos indígenas e Interculturalidad : Identidad y Descolonización

Coordinador: López, Luis Enrique; Deutsche Gesellschaft fuer Internationale Zusammenarbeit, Guatemala / Guatemala
Co-Coordinador: Abram, Matthias (Deutsche Gesellschaft für technische Zusammenarbeit GTZ, Bozen, Italy / Italien) ; Moya Torres, Ruth (Red de Eduacion Intercultural Bilingue, RINEIB, Guatemala, Guatemala / Guatemala)

RINEIB, Red Internacional en Educación Intercultural Bilingüie, en su última reunión en Antigua Guatemala acordó proponer dentro del 54 Congreso Internacional de Americanistas un simposio que gire en torno a los conceptos de “descolonización” e "interculturalidad", empleados de manera recurrente en los últimos años. • Es necesario hacer una lectura crítica a la descolonización, debido principalmente que se aprecia que el término se emplea sin la menor crítica, además de que lo recurrente de su uso ha hecho que se tome como un término unívoco. Por ello, habría que comprender cómo parte la discusión y lo interesante sería hacer una reflexión del concepto y de su origen a partir de la praxis. • Los pueblos indígenas están retomando este concepto como una última opción. Se ha tomado a partir de la experiencia de algunos países (principalmente de Bolivia) aunque sin reflexionar en la génesis del concepto. En el simposio se debería analizar el concepto según la experiencia de algunos casos, se trataría de analizar la forma en que se está comprendiendo. Hay que hacer un deslinde conceptual entre el multiculturalismo neoliberal del "juntos pero no revueltos" imbuido por la teoría anglosajona liberal pero también por la practica europea de las ultimas décadas y esa interculturalidad de la convivencia permanentemente negociada entre diferentes que buscan la utopía de la unidad en la diversidad desde una lógica de igual con dignidad. Esto es lo que tanto lideres e intelectuales indígenas como académicos han venido postulando, desde un cuestionamiento a la desigualdad e inequidad que marcan las relaciones entre diferentes y sobre todo las relaciones de poder en América Latina. • El otro concepto que surge y cobra mucha importancia en la definición de un proyecto político de parte de los pueblos indígenas es el del "sumak kawsay" o del "buen vivir". • Todo esto se da en el contexto de la discusón generalizada sobre Identidad e Interculturalidad, tema que ocupa con mucha frecuencia las discusiones con las organizaciones indígenas y tiene su recaída en la práctica de la Educación Bilingüe.

palabras claves: Pueblos Indígenas, Identidad, Interculturalidad, Descolonización


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587 - Políticas de educación para jóvenes y adultos

Coordinador: Paiva Jane Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Co-Coordinador: Julião, Elionaldo (UFF/IEAR, Rio de Janeiro, Brazil / Brasilien)

En los últimos años emergieron marcos conceptuales para la educación de jóvenes y adultos que involucraban diferentes agentes, influenciados por las transformaciones sociales a nível mundial. La educación como un proceso continuo y multi-referencial se volvió central dentro del pensamiento pedagógico contemporáneo. Se valorizan aquí los procesos de aprendizaje formal, no-formal e informal, escolares o extra-escolares, con el foco puesto en los sujetos de la diversidad. Adoptar este tipo de comprensión implica superar las resistencias hacia el aprendizaje como un derecho de todos, y el reconocimiento de que los procesos educativos con personas jóvenes y adultas extrapolan el mundo escolar y de enseñanza. La alfabetización y la elevación de la escolaridad comienzan a apuntar hacia la apropiación continua de los códigos necesarios para la comunicación, el desarrollo como ser humano, el ejercicio de la ciudadanía política y la construcción de proyectos de vida, los que incluyen también la escuela. Es imprescindible que los currículos, la organización de tiempos y espacios educativos, la formación de educadores y de materiales didácticos comiencen a considerar las condiciones singulares de la vida y del trabajo de hombres, mujeres, jóvenes y ancianos, además de su pluralidad étnica, de género, de orientación sexual, de privación de la libertad y de las culturas que caracterizan la población latinoamericana, adoptando así perspectivas de educación intercultural. En América Latina persiste todavía un gran contingente de la población cuyos derechos humanos y constitucionales no han sido históricamente respetados. La calidad de la educación ofrecida a jóvenes y adultos ha sido discutida, pues cuestiona las concepciones del aprendizaje en la vida adulta, la adecuación de metodología, de currículos, del material didáctico, de la organización de los tiempos y espacios y sobre todo de la formación inicial y continua de profesores y educadores. La magnitud de este campo es el mayor desafio al poder público. En las universidades este reto tiene poca expresión, sea en la formación de profesores por el tipo de enseñanza, sea por las investigaciones o en la relación que la universidad establece con la comunidad. Revertir esta historia significa no permanecer a merced de los intereses de individuos e instituciones, de partidos políticos y de políticas de gobierno. El Simposio debatirá las problemáticas presentadas, inherentes a la educación de jóvenes y adultos, y las investigaciones realizadas y las direcciones para la consolidación de políticas de Estado. Finalmente, los diagnósticos de las experiencias latinoamericanas presentadas suscitaran reflexiones como lãs indicaciones para la investigación en el campo, que apuntaran a los problemas relacionados con el control social de los planes de gobierno nacionales y de las políticas públicas en los países dentro del territorio latinoamericano.

palabras claves: políticas públicas, politicas de educación, educación de jóvenes y adultos


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615 - Juventud indígena y educación superior en América Latina

Coordinador: Navarrete David CIESAS
Co-Coordinador: Martínez Casas, Regina (CIESAS, México, D. F., Mexico / Mexiko)

Las estadísticas nacionales en toda la región latinoamericana muestran que existe una brecha importante en el acceso a la educación superior de los jóvenes indígenas cuando se les compara con el resto de la población. Sin embargo también resulta evidente un incremento en los niveles de escolaridad de los miembros de los Pueblos Indígenas en todo el continente. Diversas investigaciones han mostrado el impacto de programas de acción afirmativa o de políticas educativas que buscan incrementar el acceso de los indígenas a las universidades, pero poco se sabe de las rutas educativas que les permiten a estos jóvenes llegar a niveles educativos diferentes a los de sus padres. En la literatura se reportan dos vías para la profesionalización de los jóvenes indígenas, la primera –de la que poco se sabe—implica que a partir del esfuerzo individual, familiar o comunitario se accede a la universidad convencional para cursar estudios superiores y de posgrado; la segunda vía es la incorporación dentro de programas patrocinados por Estados, ONGs, e instituciones académicas y que están dirigidos a la juventud indígena. En los años recientes se han realizado varios encuentros regionales dedicados a la exposición e intercambio de experiencias sobre las bases teóricas y los diseños programáticos de ambos modelos educativos en los distintos países latinoamericanos. Falta, sin embargo, avanzar en el análisis de los resultados e impacto producido en los sujetos sociales atendidos. En este grupo de trabajo buscamos promover la discusión y reflexión comparativas del impacto que tienen ambas vías de profesionalización, las formas de sociabilidad que surgen en las universidades convencionales e interculturales y las negociaciones identitarias de los jóvenes indígenas que cuentan con acceso a niveles educativos superiores en contraste con sus familias y sus comunidades. Proponemos los siguientes ejes temáticos para la discusión: 1) Trayectorias escolares periféricas: experiencias para la educación en el medio indígena 2) Experiencias educativas en universidades convencionales 3) Proyectos de profesionalización intercultural 4) Trayectorias familiares de los profesionistas indígenas 5) Inserción en el mercado de trabajo 6) Generación de líneas de conocimiento

palabras claves: América Latina, Indígenas, Educación Superior, impactos


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628 - Las Ciencias Sociales y la enseñanza de las Ciencias de la Salud en América Latina.

Coordinador: Lira Walter Universidad de Carabobo


Salud y sociedad son dos conceptos indisociables; hecho por el cual la enseñanza de la medicina y de otras ciencias de la salud (Enfermería, Bioanálisis. Paramedicina. etc.), remiten a un enfoque interdisciplinario, donde el propósito fundamental es el estudio del hombre situado en las circunstancias bio-psico-sociales que afectan sus niveles de bienestar. en este sentido y de acuerdo al concepto de promoción de la salud(OMS,1986) , es cada vez más importante considerar el enfoque social en el abordaje de la medicina y la salud en general. La formación del talento humano en el área de la salud requiere de un alto componente social, por lo cual las casas de estudios superiores están cada vez más consciente de ello y han establecido estrategias académicas orientadas a tal fin. En América Latina, este enfoque se ha ido incorporando gradualmente en la formación académica de los profesionales de la salud, sin embargo, se observan posiciones extremas, sectores que se abren a las reformas y otros que se comportan conservadores de los esquemas tradicionales. Ante esta situación es importante abrir un espacio de diálogo académico , con el fin de compartir experiencias en el campo de la formación de profesionales de la salud, específicamente en América Latina, donde las necesidades sociales relacionadas con la idea del bienestar se encuentran de forma persistente en el clamor colectivo de la sociedad y de los profesionales de la salud llamados a mayor compromiso. Este simposio cumplirá ese objetivo, donde participantes de distintos países de la región compartiràn sus experiencias en el campo de la salud, la sociedad y la cultura, aportando experiencias desde sus propias realidades socioculturales.

palabras claves: Ciencias Sociales, Salud Pública, Cultura y Salud, Educación para la Salud, Formación de profesionales de la Salud.


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655 - Perspectivas y retos de la educación para el cambio social latinoamericano en tiempos de postmodernidad global

Coordinador: Rodriguez Noriega Yajaira Universidad de Carabobo, Facultad de Ingenieria,
Co-Coordinador: Sánchez Diana (Centro de Investigaciones y altos Estudio en Ciencias Sociales, Valencia, Venezuela / Venezuela)

a discusión educativa en los actuales momentos gira en torno a las perspectivas y los retos de la educación en Hispanoamérica ante las exigencias de creación y producción de conocimiento planteados como requisitos para lograr el cambio social; vale decir, se trata de estimar la educación la palanca oportuna en la resolución de los problemas apremiantes de la sociedad hispanoamericana: pobreza, analfabetismo, salud y salubridad, inseguridad y terrorismo, ambiente y energía, inestabilidad e inmadurez política; entre un largo etcétera, que tienen en común la cuestión educativa. Es conocido que en los actuales tiempos, que algunos llaman “Globalización” y otros “Postmodernidad”, en la totalidad de las sociedades del planeta se programan nuevos espacios de diálogo entre sus diferentes sectores en la búsqueda de solución a los problemas y que, en Hispanoamérica, poseen el común denominador de las insuficiencias de sus sistemas educativos, los cuales detentan la responsabilidad de la creación, producción y visibilización de saberes y parecieran ofrecer respuestas insuficientes ante las urgentes necesidades de sus realidades nacionales y que, hoy, acucian a sus estamentos de gerencia política y de liderazgo científico, económico y tecnológico, sociológico y moral; en otras palabras, el diálogo social parece obstruirse en Hispanoamérica. Ante este escenario, se presenta este simposio, en el cual se debatirán situaciones nacionales cuyo común similar sea la educación y su discurso, se presentarán alternativas y ofertas y se debatirá en torno a las reales posibilidades de ejecución, no sólo en las realidades nacionales sino en el total de la región.

palabras claves: ducación, Cambio social, Diálogo social, Postmodernidad global.


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688 - Educación científico-tecnológica y ciudadanización, siglos XIX-XX

Coordinador: García Corzo Rebeca Vanesa Universidad de Oviedo


L a historiografía sobre la ciencia y la tecnología en los países latinoamericanos aún está luchando por autonomizarse de la dependencia de los países desarrollados occidentales. El objetivo de esa lucha es “liberar el saber y el pensar para situarlos en la explanada de nuestras propias actividades intelectuales.”(1) Con dicho fin, es necesario dar un paso adelante y rescatar las características comunes con los países desarrollados, pero también rescatar las particularidades latinoamericanas que puedan nutrir el conocimiento y enriquecer su carácter de universal. Tanto la ciencia como la tecnología son producciones humanas desarrolladas en el seno de una sociedad determinada; han sido construidas socialmente a través del tiempo y del espacio. No sólo están en relación entre ellas, sino que dependen tanto de factores internos como de factores externos para su generación y puesta en práctica. Es imposible aislarlas del medio circundante. Es así que sociedad, ciencia y tecnología se influyen continuamente; se modelan y se co-producen, modificando continuamente el aspecto y la percepción del mundo alrededor y la que los individuos tienen de sí mismos. En ese sentido, l a producción, reproducción y circulación del conocimiento son procesos dinámicos e interactivos donde emisores y el receptores, ciudadanos usuarios y profanos (no necesariamente en ese orden) juegan un papel activo. La educación es uno de los elementos clave en la circulación del conocimiento. La historiografía situada en la convergencia de la historia científico-técnica y de la educación, ha centrado su interés para comprender el proceso en las instituciones convencionales de enseñanza superior, reductos tradicionales de sistematización del conocimiento pero que sólo comprenden a una minoría selecta de la población. Este simposio pretende ser un punto de encuentro para los estudiosos de la relación existente entre la Ciencia, la Tecnología y la Sociedad en los países americanos que, a lo largo del siglo XIX, incorporaron el conocimiento científico-tecnológico como clave para el progreso del país y para la formación de ciudadanos útiles para dicho fin. Para ello, se propone la discusión de la manifestación de esa relación en la educación impartida fuera de los espacios tradicionales de producción y reproducción social científico-tecnológica (como Universidades e Institutos) y los medios cómo ésta fue fomentada en instituciones destinadas a la educación de grupos marginales (penitenciarías, hospicios, escuelas de artes y oficios y casas de beneficencia), en espacios extra-aulas, caso de museos, jardines botánicos y zoológicos, exposiciones, espacios públicos sumidos en la “estatuomanía” (retomando la expresión de Maurice Agulhon) así como las publicaciones no especializadas destinadas a un público amplio. (1) J. A. Cardozo (2001), “El problema de la ciencia en América Latina”. Conferencia presentada en el Congreso Pensar la mundialización desde el Sur, Paraguay, 10-14 de julio de 2001.

palabras claves: Educación, ciencia, tecnología, ciudadanización, marginalidad.


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726 - Anarquismo na América: História, filosofia e experiências educativas na contemporaneidade

Coordenador: KASSICK CLOVIS UNISUL


A filosofia anarquista e o Pensamento Pedagógico Libertário dele decorrente, tem se caracterizado pela multiplicidade e diversidade. Justamente por isso tem sofrido a contestação e rejeição de setores sociais que não podem correr o risco de serem expostas à crítica.Esta realidade toma relevo nos países cuja estrutura sócio-econômica se notabiliza pela diversidade cultural, má distribuição de renda e exclusão social.A consciência anarquista, dos fatores que constituem a realidade da exclusão levou, entre outras formas de ação, a concentrar esforços na educação como alternativa à mudança. Como instrumento possível à esta transformação, valeu-se da pedagogia libertária.Esta pedagogia, enquanto “arquitetura organizacional” das ações educativas, tem se constituído em foco de análise de pesquisadores no sentido de investigar: quem é o sujeito a ser formado e como ela deve ocorrer para superar as armadilhas da institucionalização da educação.Assim, o Simpósio, congregando cinco pesquisadores irá discutir experiências pedagógicas anarquistas, refletindo-as a luz de seus principais teóricos, buscando projetá-los no olhar de experiências educacionais em desenvolvimento no Brasil e Espanha.

Palavras-chaves: Filosofia Anarquista " Pedagogia Libertária " Organização de processos educativos


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793 - Estudios interculturales: de su objeto y sujetos en el escenario educativo-escolar y de las relaciones escuela-comunidad

Coordinador: Antolínez Inmaculada Universidad Pablo de Olavide
Co-Coordinador: García-Cano, María (Universidad de Córdoba, Córdoba, Spain / Spanien)

El término de "Estudios Interculturales" ha sido acuñado para designar un campo emergente transdisciplinario en torno a contactos y relaciones individuales, colectivas, vivenciales e institucionales en contextos de diversidad y heterogeneidad cultural. En los últimos años hemos asistido a un espectacular incremento de los temas relacionados con el carácter multicultural de las sociedades consideradas “monoculturales” hasta el momento. Dicho interés está estrechamente relacionado con la visibilización de la diversidad "interna" a través del resurgimiento y la redefinición de las identidades étnicas indígenas en el contexto del post-indigenismo latinoamericano, así como con la diversidad "exógena" presente a partir de los nuevos flujos migratorios del Sur hacia el Norte. Uno de los ámbitos institucionales en los cuales se ha dado un mayor desarrollo teórico y programático ha sido el de la llamada Educación Intercultural. El simposio propone reflexionar sobre el objeto de estudio caracterizado como intercultural, sobre los sujetos implicados en el marco de la educación intercultural (y bilingüe) y sobre los modelos de gestión de la diversidad cultural en distintos contextos educativos de América Latina y Europa. Actualmente una de las líneas de investigación más fructífera en los Estudios Interculturales la conforman aquellos trabajos que ponen en relación escuela y comunidad, como son los estudios sobre participación y educación comunitaria en contextos indígenas en el caso de América Latina y aquellos sobre experiencias de Escuelas Democráticas o Comunidades de Aprendizaje en el caso europeo, concretamente español. Desde este punto de vista, serán de interés en este simposio los estudios comparativos entre ambas regiones (América Latina y Europa) así como aquellas investigaciones sobre casos que –en sus discursos y prácticas- ponen el énfasis en la mencionada relación entre escuela y comunidad.

palabras claves: Interculturalidad, Comunidad, Diversidad, Escuela.


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818 - Educación, Derechos Humanos e Interculturalidad en América Latina

Coordinador: Aguilar Bobadilla Mariana del Rocío Universidad Pedagógica Nacional


Entre las dos últimas décadas del siglo pasado y la primera del siglo XXI cobraron auge e importancia los estudios sobre la educación, el acceso a la justicia y el ejercicio de los derechos sobre la diversidad cultural en el marco del llamado nuevo constitucionalismo en América Latina. En este contexto en este simposio se discuten los alcances, límites y pendientes para el ejercicio de los derechos, la administración y el acceso a la justicia, con base en el análisis de la positivización de los derechos sobre la diversidad cultural y la no discriminación desde una postura interdisciplinaria así como en la concepción y aplicación de los instrumentos internacionales. En esa misma perspectiva, se analizan las políticas educativas para la atención de la diversidad cultural, con el propósito de disminuir la tensión y el conflicto social, que han configurado los sistemas escolares como mercados educacionales, la matriculación y los programas compensatorios focalizados en programas de reforma cultural para la inclusión y la subordinación de las diferencias. En ambos casos, la emergencia de nuevas identidades en contextos multiculturales, hacen que los derechos sobre la diversidad cultural y la educación en la institución escolar, el locus, no sólo de conflicto, también de la disputa entre los protocolos interculturales para los otros, frente a la construcción de la interculturalidad “desde abajo” y para todos, hacia la nosotredad. El propósito de este simposio es proyectar procesos educativos de un contexto de coexistencia hacia la convivencia, esto consiste en concebir a la educación en y para la diversidad que visibiliza las diferencias en el ámbito de la cultura y pone énfasis en los cambios generados en todos los ámbitos de la sociedad; reconoce la presencia y el protagonismo de los nuevos actores en los proyectos alternativos, sustentados en una noción incluyente capaz de reconocer a todos los actores que actualmente se posicionan en el escenario social y se apropian del espacio público. Un enfoque de esta naturaleza analiza los cambios en las estrategias de vida y relaciones entre los individuos; la capacidad de las instituciones públicas y sociales para incidir en estos cambios; el impacto de los movimientos y las organizaciones de las sociedad civil para establecer prioridades relacionadas con las necesidades en contextos de exclusión, así como la capacidad de estas entidades para desempeñar funciones acordes a las circunstancias actuales.

palabras claves: Educación, Derechos Humanos, Interculturalidad


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838 - Universities, Libraries, and Scholarly Communication in the Knowledge Society

Convener: Delgado Jorge Enrique University of Pittsburgh
Co-Convener: Tejada, Maria Alejandra (Pontificia Universidad Javeriana, Bogota, Colombia / Kolumbien)

Many developing nations are looking to advanced information and communication technologies and knowledge-based economies as a route to growth and competitiveness in a globalized world. Central to the success of this proposition is the preparation of scholars, planners, professionals, and workers who can succeed in this environment. In the Spanish- and Portuguese-speaking Latin American countries, many of who share aspects of history, culture, politics, economy, and language, this situation poses similar challenges and opportunities for institutions of higher education. As Latin American universities participate in the search for solutions to regional and national problems they are working to increase their participation in the global academic and scientific arenas. This symposium proposes to explore facets of this topic such as: • Upgraded higher education (HE) and science and technology (S&T) agencies; • National S&T and HE legislation and policies; • New models of scholarly communication involving influential individual, institutional, and national initiatives for bibliographic repositories and indexes; • Publication of open access periodicals in local languages, and other alternatives to commercial publishing; • New role of universities and libraries in the decision-making; • New measures of intellectual productivity and recognition of local research. While discussion of these topics is still in beginning stages in many countries and have yet to challenge the conventional wisdom on scholarly communication and production in places such as the United States and Europe, this is not the case in Latin America. This symposium would examine recent experiences and process in Latin America in order to better understand these trends and examples of innovation. This symposium is intended to be the continuation of the “Sociedad del Conocimiento” symposium that took place at ICA53 in 2009.

keywords: Knowledge Societies; Universities; S&T; Periodicals; Repositories; Open Access; Indexes; Libraries


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844 - Perspectivas de la Formacion Universitaria y el Proyecto Educativo en America Latina.

Coordinador: PULIDO MUNOZ Diana Catalina EHESS - LIAS
Co-Coordinador: Agudelo, Marcela (Universidad Externado de Colombia, Bogota, Colombia / Kolumbien)

Se propone un espacio para la reflexión de la prospectiva de la formación universitaria, las formas que ha adoptado en américa, su relación con la academia europea y su aterrizaje en contextos concretos como los procesos de educación propia de las comunidades indígenas. El objetivo es la reflexión critica del proyecto Educativo Latinoamericano en perspectiva con contextos universitarios y los desafíos de un proceso de posicionamiento de la academia latinoamericana en la teorización de las realidades. El Simposio presenta tres ejes: 1. Formación Universitaria en Latinoamérica Este eje persigue la puesta en escena de contextos de formación universitaria de iniciativa y diseño original en “el hemisferio”. Los testimonios de concepción y gestión de nuevos modelos de formación revelaran elementos de debate a tener en cuenta para el futuro del proyecto educativo en América Latina y su posicionamiento a nivel global. Serán bienvenidas las ponencias que representen este tipo de gestiones a nivel de todo el territorio latinoamericano. 2. Disciplinas Sociales y Ciencias Sociales: La investigación de las realidades latinoamericanas en la Academia Mundo. plantea la discusión del encuentro de modelos educativos y sus pertinencias frente a las realidades que hacen parte de las investigaciones. El debate se buscara a través de las ponencias de investigaciones realizadas, que cuestionan las formas de hacer ‘ciencia social’ e investigación social, en espacios académicos de modelos diferentes. Las ponencias que serán deseables en este eje, serán aquellas que expongan la experiencia en la academia eurocéntrica, latinoamericana, y que incluyan estudios en comunidades con procesos de educación propia y etnoeducación. 3. Actores y organizaciones políticas. Busca establecer los puntos críticos de cada uno de los modelos educativos evaluados. La reflexión se centra en la evaluación de las relaciones y gestiones institucionales que durante decenas de años han trabajado en la integración regional del proyecto académico en Latinoamérica. Las ponencias esperadas deben presentar una evaluación de las relaciones ideológicas, políticas y económicas. La discusión final buscará reflejar los puntos propositivos de trabajo y las perspectivas a futuro del modelo.

palabras claves: formacion universitaria latinoamerica., Proyecto educativo latinoamericano


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852 - Fronteiras étnicas e culturas na educação brasileira

Coordenador: TERUYA Teresa Kazuko Universidade Estadual de Maringá
Co-Coordenador: Walker, Maristela Rosso (Universidade Federal do Acre -UFAC, Medianeira, Brazil / Brasilien)

As comunicações reunidas nesse simpósio têm como foco o questionamento dos discursos históricos e socialmente constituídos, com o intuito de propor práticas pedagógicas na formação inicial e continuada de professores e professoras . O objetivo é analisar as fronteiras étnicas e as tensões entre as diferentes culturas na educação brasileira para ampliar a nossa compreensão sobre as múltiplas histórias, experiências e culturas que orientam o ensino dos diferentes grupos constitutivo da população brasileira. As pesquisas tratam das tensões culturais nas escolas localizados na região de fronteira, do ensino da história e cultura afro-brasileira e da educação indígena, na perspectiva dos Estudos Culturais. A mobilidade das populações dos países situados na região de fronteira , Paraguai, Argentina e Brasil, tem provocado tensões no funcionamento das escolas de Foz do Iguaçu, Paraná, que recebem alunos/as provenientes do Paraguai, os chamados brasiguaios. Estas crianças enfrentam dificuldades com a diferença cultural e o bilingüismo. Pensando nisso, analisaremos a relação entre a identidade cultural e a aprendizagem escolar na região de fronteira. Outro aspecto da educação brasileira é a obrigatoriedade de incluir no currículo escolar a temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. As ações no âmbito dos aspectos legais têm colaborado para a efetivação de políticas afirmativas de inclusão de negros e indígenas. Estas políticas têm suscitado um amplo debate interdisciplinar com o intuito de trazer para o interior da escola as discussões sobre as lutas, a cultura, a história e a contribuição de povos indígenas e afro-brasileiros na formação da população brasileira. A pesquisa desenvolvida junto ao povo Puyanawa, localizado no município de Mâncio Lima, estado do Acre, na Amazônia Ocidental, Brasil, analisa a educação escolar no contexto cultural indígena. Os dados empíricos indicam a necessidade de formar professores para desenvolver um trabalho pedagógico interdisciplinar e flexível para instituir uma política cultural relacionadas às diferenças culturais, ao poder, à história e à identidade das comunidades indígenas e afro-brasileiras. As pesquisas d esse simpósio, portanto, entendem o processo educacional como um processo cultural e a cultura como um espaço de diferenças que se proliferam no espaço escolar composto por seres humanos com distintas formas de conceber o mundo e suas relações

Palavras-chaves: Educação, formação de professores, Estudos Culturais, fronteiras étnicas.


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857 - Cultural Education in an Accelerated World: Case Studies from Native North America

Convener: Kasprycki Sylvia S. none


North American indigenous communities face a variety of challenges in the early 21st century, which is marked by multidimensional acceleration of societal processes. It can be felt in terms of social dynamics, e.g., the distribution of wealth between as well as within tribes becoming increasingly uneven. But “acceleration” is also a media phenomenon: new media technologies seem to bring closer together rural and urban lifeworlds, while stark social contrasts between both persist. Accelerated spatial mobility leaves memberships widely dispersed, with only minorities remaining in their respective, mostly rural, “homelands.” Today’s Elders, contrary to those of 20 years ago, have usually gone through (boarding) schools themselves but are still expected to provide a distinctive cultural and educational resource. Given the diversity of collective experiences, how can today’s indigenous communities maintain and possibly expand their tribal autonomies – aside from legal and economic strategies – at the cultural level? Education stands at the center of this ongoing small-scale nationbuilding within nation states – understood here in a broad sense, encompassing all generations and all possible ways of sharing knowledge, skills, and value systems between the different collectives that constitute contemporary heterogeneous “tribes.” Educational debates within contemporary indigenous communities focus on both form and content . Should, in terms of form, a traditional model of teaching (slow-paced storytelling, implicit teachings of fluid contents, “first watch silently and listen”-approach) be adhered to – methods bound to be labeled inefficient by external standards? Or should rather stringently formulated curricula be applied (fast-paced activity-centered teaching of concretely defined contents and explicit morals, a “get involved and speak up”-approach), more in tune with Euro-American and/or urban organization of time and demands for efficiency, but at the expense of traditional expectations for behavior and attitudes? Further suggested topics include the following questions: – What is the role of contemporary art forms and their protagonists in community-wide education, especially when some outstanding contemporary artists feel alienated from their home to the degree that they state a sweeping “anti-intellectualism” among their own tribal elites? – How are indigenous mass media situated when it comes to fostering a sense of belonging between rural and urban members of a community, in contrast, e.g., to social platforms ? – What are the concepts of personhood involved in tribal cultural education, in other words: what is the relation/tension between the goal of maintaining and expanding collective autonomy vis-à-vis the development of individual autonomy among tribal members? – What is the position of indigenous ways of knowing , given that modern tribal archives/museums are of growing importance alongside contemporary Elders as a cultural resource? – What is the role of Pan-Indianism – which has proven to be a viable resource of indigenous

keywords: Native North America, cultural education


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935 - Educación intercultural en América Latina: Historias, modelos y experiencias de trabajo.

Coordinador: Becerra Alberto Centro Universitario del Norte
Co-Coordinador: Castañeda, Yoimi (Universidad Intercultural de Chiapas, San Cristóbal de Las Casas, Chiapas, Mexico / Mexiko)

Las historias y las experiencias acerca de los modelos educativos interculturales, así como los procesos de aprendizaje, en una perspectiva comparada tanto de tiempo como de lugares a lo largo de Latinoamérica, permitirá a quienes discutimos sobre el quehacer educativo con un enfoque intercultural aprender de otras experiencias y procesos, pero sobre todo mejorar tanto las prácticas como los modelos educativos. La interculturalidad como diálogo entre culturas, se ha manejado bajo distintas perspectivas teóricas, que van de la mano de la forma en cómo se conciben nuevas relaciones y se articulan en torno al respeto de la diversidad. Las propuestas para América Latina provienen de estos enfoques teóricos, pero también de procesos más pragmáticos en dónde los contextos han llevado a las instituciones a replantearse su vinculación con el medio social que las auspicia. Bajo cada experiencia, se han enfatizado esfuerzos hacia distintos aspectos, entre ellos: rescate de las lenguas indígenas, conocimiento ancestral de pueblos originarios, trayectorias curriculares, pertinencia de modelos para el espacio laboral, dimensión cultural de los procesos de aprendizaje en entornos multiculturales, políticas educativas multi e interculturalistas, inclusión y uso de las TIC's en los procesos de aprendizaje y mediación cultural, cooperación para el desarrollo, por señalar algunos. Es por ello que, planteamos un simposio en donde distintos ejes de discusión articulados por los modelos de educación intercultural, permitan concentrar reflexiones y propuestas para el abordaje de la interculturalidad en los espacios educativos. Se ha incluido también, la perspectiva de análisis históricos pues, reconocemos que han existido a lo largo del tiempo esfuerzos relativos a la integración de la dimensión cultural en el ámbito educativo, en dónde se han identificado algunas propuestas iniciales sobre el valor y la importancia de la diversidad en el especio educativo. Así, proponemos los ejes de: Interculturalidad, una visión histórica desde América Latina en la educación del siglo XX, Perspectiva intercultural en los modelos educativos actuales de AL, Experiencias en la implementación de la dimensión intercultural en la educación superior, procesos éticos y reflexión en torno a su implementación, y Prospectiva intercultural y educación con el uso de las TIC's.

palabras claves: educación intercultural, modelos de educación intercultural, historia de la educación intercultural, tic's y eduación intercultural


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957 - ¿Educación intercultural? Etnografías sobre la articulación, diálogos y tensiones entre derechos, políticas públicas y las prácticas que vivencian los pueblos indígenas

Coordinador: Paladino Mariana Universidad Federal Fluminense
Co-Coordinador: GARCIA, Stella Maris (Laboratorio de Investigaciones en Antropología Social.Facultad de Ciencias Naturales y Museo.Universidad Nacional de La Plata, City Bell, Argentina / Argentinien)

A partir de la década de 1990 la mayoría de las cartas constitucionales de países de América Latina se han modificado y han pasado a reconocer la diversidad cultural existente al interior de sus territorios. En consecuencia, se han implementado leyes y políticas con el fin de modificar el perfil homogeneizador y monocultural que historicamente defendieron los Estados-Nación. A pesar de los avances que este cambio de paradigma ha representado, estudios académicos y los propios actores involucrados en movimientos sociales llaman la atención hacia la distancia que existe entre los derechos reconocidos y su implementación. Esas limitaciones, muchas veces de orden técnico-burocráticos, vienen impidiendo que las poblaciones destinatarias de derechos y de reconocimiento puedan apropiarse y beneficiarse de las mismas, así como de participar en su formulación y gestión. Este simposio pretende reunir trabajos etnográficos que estudien en diferentes contextos nacionales - la articulación entre las políticas públicas educativas de modalidad intercultural dirigidas a los pueblos indígenas y las prácticas concretas que se ponen en marcha y ejecución, que indaguen presencias/ausencias, debilidades/tensiones resultantes del diálogo entre acciones, representaciones y reivindicaciones de las poblaciones a las cuales se destinan dichas políticas.

palabras claves: Educación intercultural - Pueblos indígenas - Políticas públicas ¿ prácticas


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995 - Historias y narrativas de maestras en Iberoamérica

Coordinador: González-Pérez Teresa Universidad de La Laguna


El objetivo del simposio Historias y narrativas de maestras en Iberoamérica es crear un espacio para la interlocución académica en torno a miradas diversas e interdisciplinarias sobre las maestras en los escenarios educativos de Iberoamérica, en un diálogo pasado-presente. Si bien nos encontramos frente a un campo de múltiples posibilidades, nos proponemos una agenda de debate acotada a tres núcleos temáticos: a) Analizar las historias y narrativas de las maestras en los procesos históricos de la educación iberoamericana b) Estudiar de las historias de las prácticas docentes de las maestras c) Rescatar los relatos de vida de las maestras y sus perspectivas biográficas como parte de la memoria educativa El estudio de las maestras ofrece una amplísima gama de posibilidades, de diálogos pasado presente, de formas de problematización y teorización, asimismo de propuestas de metodologías para la investigación y para la intervención. Hoy ante un mundo cada vez más globalizado, el reconocimiento de la diversidad y la emergencia de mayores conocimientos originales de las diferentes formas de enseñanza, constituyen una esperanza para fomentar la reflexividad sobre las asimetrías de género y para ir más allá de los horizontes hegemónicos para abordar lo femenino, lo masculino y lo “otro”. Las maestras han desarrollado en todos los tiempos y en todas las culturas un papel crucial pero su figura no ha estado lo suficientemente reconocida en el mundo académico y muchas veces invisibilizadas por las categorías de género. Conceder la palabra a las auténticas protagonistas del hacer educativo es una deuda contraída con generaciones de maestras que nos han precedido en el ayer. Algunos investigadores y algunas investigadoras llevan tiempo rastreando en la memoria, recopilando voces y testimonios del pasado. El Simposio ha dado importancia tanto a la pluralidad de miradas sobre la memoria de las maestras como a su papel en la educación, asimismo se presentan investigaciones de diversos países iberoamericanos.

palabras claves: Maestras, historias, cultura, sociedad, educación


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