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11943 - MERCADOS MENORES E DISTANTES TAMBÉM DESPERTAM INTERESSES ECONÔMICOS

Rondônia, na década de 1970, significava o eldorado para a expansão do capital. Inicialmente pela abertura da fronteira agrícola, na sequência com as descobertas de ouro na Bacia do Madeira,  cassiterita nas imediações de Ariquemes e diamante na Terra Indígena dos Cinta Larga, se constituiram num campo em reprodução econômica e a eletrificação acompanhou esse processo sempre, e tão somente, no Diesel para as pequenas localidades emergentes e para as maiores foram levados motores maiores, e diversos, complicando qualquer processo eficiente de manutenção. Nesse mercado se ramificou e se reproduziu, por meio dos agentes locais, o mesmo jogo de forças econômicas e políticas dos grandes mercados nacionais. O mercado local em 1997 fosse da ordem de 901 GWh em Rondônia, no Amazonas 2.560 GWh e no Acre 290 GWh, em 2009 especificamente para RO é de 1.332GWh, dimensão pequena em relação aos demais mercados brasileiros, a disputa de interesses comercias e tecnológicos que se desenrola no restante do país, nestes locais também se reproduz.  

Rondônia mantém historicamente vínculos com outros estados da Amazônia, mas foi e é uma extensão do centro sul do Brasil. Enquanto processo de ocupação de uma região da Amazônia, Rondônia sempre se conectou com Manaus, Santarém e Belém, através do rio Madeira, e com o Acre e a Amazônia boliviana.  No século XIX seu território foi ocupado por uma frente de expansão terrestre e a partir da década de 1970 tal expansão se deu através de MS e MT e foi mais intensiva a partir de 1984, com o asfaltamento da BR 364.

Autores: Moret, A.S. (GPERS/UNIR, Brazil / Brasilien)

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