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6292 - Rede migratória, integração social e refluxos. Da ruralidade minhota à elite intelectual do Rio de Janeiro. Estudos de caso.

O destino brasileiro atraiu anualmente milhares de portugueses, cobrindo esse fluxo uma grande diversidade de situações à partida e no destino. O espaço geográfico do Noroeste de Portugal foi aquele que maiores contingentes forneceu e, em termos gerais, o mais precoce no tempo, garantindo por essa via muitos retornos. O conceito de rede migratória é o mais adequado a esta emigração em cadeia, em que o número atrai o número, tornando-se num mecanismo operativo essencialmente para a recepção e "arrumação" inicial do emigrante, orientando os destinos dos que partiam livremente, sem prévios contratos de locação de serviços, e facilitando a sua inserção social. Destinos que, depois, evoluem diversamente, ao longo do ciclo de vida, com eventual retorno. Se qualquer localidade minhota pode servir para captar esse processo migratório e seguir os seus destinos, partiremos, nesta comunicação, para um conjunto de casos, cujo ponto comum é a partida de jovens de um concelho profundamente rural, Cabeceiras de Basto, estudando os percursos que os levam a posições de estatuto elevado no meio intelectual do Rio de Janeiro. Comunicação em colaboração com Elsa Pacheco (FLUP/CEGOT)                

Palabras claves: Emigração, retorno, Brasil, rede, integração social

Autores: Jorge Fernandes, Alves (Universidadedo Porto, Faculdade de Letras / CITCEM, Portugal / Portugal)
Co-Autores: Pacheco, Elsa (Faculdade de Letras da Universidade do Porto, CEGOT, Porto, Portugal / Portugal)

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