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15. Socio-Ecological Crisis, Environmental and Resource Politics / Crisis Socio-ecológica, Ambiental y Política de Recursos / Crise sócio-ecológica, políticas ambientais e de recursos
Chair/ Responsable / Responsável: Ulrich Brand

 392 - Conflictos socio ambientales y ecología política en América Latina

 456 - ecopolítica. govenamentalidade planetária, novas institucionalidades e resistências na sociedade de controle

 558 - Tourism and sustainable development: policies and practices in Latin America

 566 - Las poblaciones de América Latina frente al cambio global

 578 - Movilidad espacial, vulnerabilidad socio-ambiental y construcción de la ciudadanía: proceso de integración y fragmentación

 586 - Profesionales de la Ciudad: Taller de Participación Democrática.

 600 - Territorio, patrimonio y salud en torno a los canales iberoamericanos

 627 - Ordenación y Gestión Sustentable del Territorio

 686 - The Social Nature of Plant Diversity in the Neotropics

 704 - Conocimiento social y manejo ecológico y económico de los recursos bioculturales

 737 - Desigualdades socio-ecológicas en América Latina

 755 - Perceiving and Negotiating Environmental Change in the Indigenous Americas

 775 - Dinámica social de las áreas protegidas en México, I

 777 - Dinámica social de las áreas protegidas en México, II

 836 - Territorios de (in)sostenibilidad: las implicaciones socioambientales de las políticas de desarrollo en las relaciones sociales de género

 858 - Past crisis in the Americas: environment and socio-cultural process

 873 - Land use management in Amazonia - socio-ecological implications in the frame of global change

 881 - La Diversidad Geocultural para afrontar la crisis ecológica

 911 - Vulnerabilidades y adaptaciones a los eventos climáticos extremos en las Américas

 925 - Ecourbanismo y habitabilidad regional en América Latina

 941 - Reivindicación de derechos y desigualdad social: conflictos y estrategias de intervención frente a la inversión en infraestructuras

 1011 - Amazonia ainda fronteira: atores sociais, recursos naturais e instituições

 1027 - La Globalización un problema sin diálogo

 1028 - Conflitos sociais por água na América Latina

 1038 - Conflictos socioambientales y Movimientos sociales

 1046 - Natural Resources Management and Development in Amazonia - the role of small holders on conservation

 1095 - Discusión ciudadanía frente a los temas ambientales: La educacion en turismo y ecologia

 1102 - Fronteras y disputa por los recursos naturales en las Américas. Integraciones, conflictos y visiones alternativas del desarrollo en contexto de crisis socio-ecológica.

 1106 - Large Infrastructure Projects in the Americas

 1650 - The Political Economy of Extractivism and its Socio-Environmental Impact in the Andean-Amazonian Countries




392 - Conflictos socio ambientales y ecología política en América Latina

Coordinador: Madrigal David El Colegio de San Luis San Luis Potosí Mexico / Mexiko


Las formas de explotación y apropiación de los recursos promovidas por el capitalismo globalizado, hacen que las luchas por estos, y por los territorios, cobren una nueva relevancia política en América Latina. Desde el enfoque de la ecología política, l as viejas disputas por el control, manejo y uso de bienes ecológicos, que actualmente van acompañadas de otros conflictos por afectación o riesgos de afectación, convierten a los conflictos socio ambientales (CSA) en ventanas de análisis para el estudio y la comprensión de las relaciones sociedad naturaleza, tanto a escala local como a escala global.

palabras claves: conflictos socio ambientales, ecología política, capitalismo globalizado, política de recursos.


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456 - ecopolítica. govenamentalidade planetária, novas institucionalidades e resistências na sociedade de controle

Coordenador: Passetti Edson PUC-SP Sao Paulo-SP Austria / Österreich


Na sociedade disciplinar a biopolítica constituiu-se como controle da população como corpo espécie, correlata aos dispositivos disciplinares que atuavam sobre o corpo, útil e dócil, e aos dispositivos de segurança internos (polícia) e externos (diplomáticos-militares) sobre o território. Configurou-se uma governamentalidade baseada na conduta pastoral relativa ao governo de si e ao governo dos outros. Constituíram-se relações de saber e poder que ordenaram as normalizações diante dos perigos à sociedade. Na sociedade de controle, que emerge após os acontecimentos decorrentes do final da II Guerra Mundial, acompanhados pelas ameaças nucleares à ecologia em todo o planeta, constata-se, segundo a organização computo-informacional das relações de poder, o deslocamento gradual do controle sobre o corpo máquina, útil e dócil, para o da produtividade das inteligências. A população, em seu território, cede lugar ao controle sobre o planeta e a conquista do espaço sideral. Os programas de segurança planetária, acompanhados dos programas de seguro pessoal, redesenham o direto de causar a vida e deixar morrer, próprio da sociedade disciplinar, em direitos de participação. A democracia representativa descola-se para representação e participação e as políticas públicas se redimensionam por meio de articulações com a sociedade civil e o empresariado. No âmbito internacional, as relações diplomático-militares ganha um contorno suplementar: as organizações internacionais, por meio de declarações, tratados e direitos coordenam programas e metas para o planeta em função da cultura da paz e da conformação de uma cidadania cosmopolita. A ecopolítica, como alvo da transterritorialidade dos Estados, ultrapassa os limites territoriais da soberania na qual se exercitava a biopolítica. A ecologia, desta maneira, constitui-se numa área de conhecimento que propicia a administração negociada dos recursos naturais e do meio ambiente e, ao mesmo tempo, transforma-se em tema catalizador de resistências que vai das reprimendas liberais, aos "verdes", e à ecologia social, proposta pelos libertários. O Simpósio pretende discutir os efeitos do desenvolvimento sustentável, da responsabilidade sócio-ambiental, da proliferação dos direitos de minoria e a consequente democratização da produção e da participação política, que contornam os limites das resistências e dos dispositivos de segurança; analisar os desdobramentos dos monitoramentos de condutas a partir da disseminação dos "cares", da auto-ajuda, do policiamento de cidadãos por cidadãos; problematizar a possível configuração das periferias das cidades e dos condomínios como campos de concentração a céu aberto e suas ressonâncias provocadas pela penalização ampliada, sob a forma de penas alternativas e judicialização; debater as implicações desse novo exercício da cidadania.


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558 - Tourism and sustainable development: policies and practices in Latin America

Convener: Quesada Florencia University of Helsinki Helsinki Finland / Finnland
Co-Convener: Pakkasvirta, Jussi (University of Helsinki, University of Helsinki, Finland / Finnland)

Tourism is an increasingly important global industry. It is the principal export in a third of all developing countries and the primary source of foreign exchange earnings amongst the 49 Least Developed Countries. The Global South is attracting a growing share of global tourism and the international bodies and national governments are recognizing the potential of tourism in economic growth. The message of World Tourism Organization (2002) is clear “Sustainable tourism can be one of the few development opportunities for the poor. Let us use it wisely and soon.” However, while tourism is a tool for economic growth, there is very little evidence of the connection between development of tourism and poverty reduction. However, while tourism has been perceived as a tool for economic growth in developing countries, there is very little evidence of the connection between conventional mass tourism development and poverty reduction. At the same time the growth of mass tourism has many times led to a wide range of problems such as environmental, social and cultural degradation and unequal distribution of financial benefits. The transnational companies of the tourism industry are adopting the Corporate Social Responsibility (CSR) -language and acknowledging the need for “greenwashing”, while reaping the benefits and ignoring the wellbeing of those being visited. At the same time, the continuously weakening public sector of developing countries is unable to respond by regulation and control to the growing ecological and social challenges. It has been recognized that sustainable tourism development has good possibilities to succeed when the level of community participation is high and it is based on the local resources. However, the principle of local participation implies, paradoxically, that very often local people have been left out of the planning and decision-making of the tourism development. While the focus of the tourism research has been traditionally on the encounters between hosts and guests, the s uccess or failure of tourism development work depends greatly on the power, goals and practices of the intermediaries or so called brokers. These actors between hosts and guests include transnational enterprises, tour operators, international development agencies, NGOs and the local governments, among others. Especially in economically less developed areas tourism initiatives arrive often from outside the local communities and the hosts can lack of adequate information about the possible impacts of tourism development and needed knowledge about planning and managing tourism projects. From an interdisciplinary perspective the symposium will analyze the development of power relations, politics, policies and practices of tourism. At the same time, the symposium seeks to understand the complex inter-dependencies between public, national and international planning, global tourism, local needs, sustainable development and business interests. Case studies will be analyzed in Honduras, Nicaragua, Costa Rica, Dominica and Chile.

keywords: tourism, sustainable development, ecotourism, corporate social responsability


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566 - Las poblaciones de América Latina frente al cambio global

Coordinador: Gil-Montero Raquel CONICET Argentina San Miguel de Tucuman Argentina / Argentinien
Co-Coordinador: Coy, Martin (Universität Innsbruck, Innsbruck, Austria / Österreich)

El objetivo del simposio es analizar el impacto de distintos procesos del cambio global sobre las poblaciones de las tierras altas y bajas en América Latina, entendiendo que estos procesos comenzaron en el siglo XVI con la inclusión de América Latina en el sistema económico global, adquiriendo una nueva dinámica bajo la influencia de la globalización y de las políticas neoliberales en las últimas décadas. Quisiéramos por ello proponer, tanto la comparación entre regiones, como entre diferentes períodos históricos, enfocando los distintos actores, sus intereses, los conflictos entre ellos y sus respuestas frente a los desafios de los cambios globales desde una perspectiva interdisciplinar. Para ello proponemos dos casos de estudio: la minería y la agricultura. La minería ha sido en gran parte de América el principal motor de la conquista colonial. El descubrimiento de grandes minas dio, por ejemplo, lugar a una temprana e intensa urbanización en las tierras altas de los Andes, cuyo principal exponente fue la villa imperial de Potosí. Después de los procesos de independencia, la minería guió un sinnúmero de expediciones de investigación europeas destinadas a realizar inversiones en el rubro. En la actualidad sigue siendo una industria muy importante sobre todo en algunos países, recientemente revitalizada por las enormes demandas del mercado mundial y facilitada en muchos países por una legislación liberal y favorable a las inversiones internacionales. Invitamos a investigadores americanistas a discutir las características de esta actividad a lo largo del tiempo en relación al impacto que tuvo en la organización de la mano de obra regional, las crisis que generó la característica de ser una producción temporalmente acotada, los problemas que genera la contaminación sobre todo cuando se termina la actividad extractiva, las disputas que hubo y hay sobre recursos vitales como por ejemplo el agua. Desde los inicios del período colonial la agricultura se desarrolló no solamente para la exportación (i.e. el azúcar o el café) sino también para abastecer un creciente mercado interno concentrado sobre todo en las ciudades y los asientos mineros. El complejo de haciendas, los grandes latifundios de origen colonial, el despojo de tierras a los indígenas han sido temas muy discutidos en la historiografía latinoamericanista. También se conocen los procesos de ruralización de las sociedades de las ex colonias en la primera mitad del siglo XIX y la formación o consolidación de latifundios relacionados con las actividades agroexportadoras de muchos de los países de América Latina. En la actualidad, la modernización de la agricultura y su alineamiento al mercado global causó en muchos países sudamericanos una dramática expansión de la frontera agrícola con monocultivos (p.ej. soja), asociada con la desforestación de millones de hectáreas de bosque nativo. En este caso nuestra propuesta es analizar en forma comparativa estos procesos poniendo el acento en la identificación de los actores que participan de ellos, sus intereses y lógicas de acción, sus formas de organización.

palabras claves: Cambio Global, Mineria, Agricultura, tierras altas y tierras bajas


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578 - Movilidad espacial, vulnerabilidad socio-ambiental y construcción de la ciudadanía: proceso de integración y fragmentación

Coordinador: Muscar Benasayag Eduardo Universidad Complutense de Madrid Madrid Spain / Spanien
Co-Coordinador: Meichtry, Norma (IIGHI-CONICET, Resistencia, Argentina / Argentinien)

La movilidad espacial de personas a escala regional, nacional e internacional es un fenómeno que se ha venido acentuando en los últimos decenios en prácticamente todos los países del continente americano provocando desigualdades , antagonismos sociales, económicos y desequilibrios ambientales donde las clases más desfavorecidas se enfrentan a distintos grados de vulnerabilidad. La reubicación de millones de personas en sus traslaciones los obliga e difíciles procesos de integración sin quebrar las relaciones entre sus lugares de origen y los de acogida. En estos escenarios los migrantes están involucrados en un proceso de construcción/reconstrucción de identidades. Es así que el concepto de ciudadanía adquiere una connotación de inclusión o exclusión atendiendo e sus aspectos simbólicos. Tanto en los ámbitos urbanos y rurales se crean dualidades que enfrentan a las sociedades receptoras creando dicotomías: Dos sociedades enfrentadas y lejos de integrarse requieren de largos períodos temporales para su normalización. Tanto en las ciudades como en los ámbitos rurales, aunque en menor medida, se contemplan espacios escindidos, fragmentados con una fuerte carga de factores discordantes que no hacen más que acrecentar la brecha de las desigualdades entre los que más poseen y los que se hallan por debajo de la línea de la pobreza. Pobreza, desigualdad y exclusión social son las características de un modelo que pervive en las últimas cuatro décadas y coloca e los millones de personas dentro y fuera de sus países en evidentes dilemas de inclusión y exclusión. Si bien América Latina, vive una crisis estructural en la que se encuentra involucrada el ambiente con todos sus componentes, en mayor medida sus recursos básicos, aire, agua y suelo, imbricada a su vez por problemas coyunturales y que no ha podido aún resolver; la crisis internacional actual se ha convertido en un elemento que motiva a nivel mundial estas cuestiones a la vez que actúa como un elemento acelerador. Todo lo expuesto da idea de la amplia convocatoria que presenta nuestro simposio. Del mismo pueden participar investigadores desde una óptica mono, multi, inter, e transdisciplinar. Es así que este Simposio pretende abrir un espacio continuo de discusión en torno al tema del mismo procedentes de ámbitos académicos, gubernamentales, ONGs, entre otros, e través de debates teóricos, resultados de trabajos de investigación aportando en última instancia metodologías para analizar, medir y proponer algunas medidas correctoras de las situaciones planteadas.

palabras claves: vulnerabilidad socio-ambiental, movilidad espacial, fragmentación, exclusión


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586 - Profesionales de la Ciudad: Taller de Participación Democrática.

Coordinador: Paulo Cesar Pereira Universidade de São Paulo São Paulo Brazil / Brasilien


Ámbitos de interés del simposio de los profesionales de la ciudad Tiene como punto de partida la compleja problemática que en la actualidad manifiestan las ciudades de nuestra región de América Latina y el Caribe frente a los cambios socio-ambientales provocados por la globalización, sus impactos recientes y transformaciones en la planeación y gestión de la producción de los espacios de vida. Desde esta perspectiva, el simposio reflexiona sobre la formación que los profesionales de la ciudad deben tener para proponer alternativas a las necesidades de una sociedad en constante cambio. Los profesionales de la ciudad y la problemática actual La ciudad actual, escenario y reflejo de transformaciones sociales y ambientales, experimenta las crisis actuales de una forma muy particular. Los problemas de la ciudad se caracterizan por el surgimiento de contradicciones y transformaciones complejas que han puesto en crisis las teorías, prácticas de la planeación y la gestión del territorio. Este hecho, constituye un reto en la formación de los futuros profesionales de la ciudad que deberán responder a ese desafío con nuevos modos de pensar y actuar desde competencias múltiples que faciliten la comprensión integral y el actuar desde la incertidumbre, la articulación con los diferentes actores, el diálogo, la negociación y la concertación permanentes, para lograr en el mediano plazo, dar respuestas incluyentes, flexibles y dinámicas a las ciudades contemporáneas. Sin embargo, la educación universitaria cada vez más fragmentada y especializada, no evoluciona en el mismo sentido que la complejidad socio-ambiental y el gran desafío de la educación profesional actual es lograr la transformación de los planes de estudio y sus sistemas de enseñanza. La problemática actual y transformación de las ciudades hacia la sustentabilidad Las grandes aglomeraciones, las ciudades intermedias o pequeñas, los asentamientos irregulares y las nuevas urbanizaciones privadas, representan hoy un territorio fragmentado con intereses económicos, sociales, políticos y ambientales contradictorios que han generado tensiones, exclusiones y conflictos, aún sin respuestas adecuadas. Por otro lado, el surgimiento de voces organizadas que reclaman su derecho a oportunidades de trabajo, salud, techo y tierra, son escenarios de nuevas formas de gestión del territorio que demandan espacios concretos para el diálogo y la concertación, espacios que tampoco han sido reconocidos. Es a través de una comprensión de estos profundos cambios en las ciudades, que el nuevo profesionista debe ser capaz de transformar las políticas sociales y ambientales urbanas hacia nuevas modalidades de “hacer la ciudad” y de platicar formas democráticas de gobernabilidad.

palabras claves: transformaciones sociales, participación, politica publica, democracia


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600 - Territorio, patrimonio y salud en torno a los canales iberoamericanos

Coordinador: Tortolero, Alejandro, UAM, MEXICO D.F., Mexico
Co-Coordinador: Teixeira, Simonne (UENF, Campos dos Goitacazes, Brazil / Brasilien)

La larga tradición de construcciones hidráulicas en el ámbito iberoamericano ha posibilitado desde hace siglos una potente corriente de trabajos académicos que han abordado desde múltiples perspectivas su estudio. El necesario intercambio de ideas sobre esta tipología de trabajos, las dificultades que entraña en ocasiones el proceso de investigación, la posibilidad que siempre existe de nuevas aproximaciones nos lleva a proponer este Simposio desde la amplia experiencia hidráulica existente en España, México y Brasil. En esta ocasión pretendemos centrarnos en algunos aspectos de gran trascendencia histórica: a) la capacidad de los canales de vertebrar el territorio al que afectan, marcando el devenir histórico de sus tierras desde la vertiente económica a la antropológica; b) su capacidad de alentar el desarrollo de la ingeniería con los retos técnicos y tecnológicos que tuvieron que tratar de resolver a lo largo del tiempo, contribuyendo a crear, de paso, múltiples ejemplos de arquitectura hidráulica no siempre comprendida y a consolidar una forma de pensar la ciencia. Incluimos en el estudio de los canales también los artefactos hidráulicos sobre los que debe proponerse medios de protección a fin de preservar el paisaje y su rico patrimonio cultural. Y por último c) las repercusiones que tienen sobre la salud de los habitantes de su área de influencia: los canales llevaron el agua que nutría los sistemas de abastecimiento de las poblaciones pero también alentaron la entrada o el rebrote de epidemias como la del paludismo.

palabras claves: Patrimonio Salud Canales Territorio


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627 - Ordenación y Gestión Sustentable del Territorio

Coordinador: Santana Juárez Marcela Virginia Universidad Autónoma del Estado de México Toluca Mexico / Mexiko
Co-Coordinador: Czerny, Miroslawa (Universidad de Varsovia, Varsovia, Poland / Polen)

La ordenación y gestión sustentable del territorio, desde una perspectiva integradora y holística, proyecta en el espacio las políticas sociales, culturales, ambientales y económicas de una sociedad, como una estrategia ante la crisis socio-ecológica, ambiental y política de recursos, así como en la vulnerabilidad de determinadas regiones y/o grupos sociales, para incidir en la mejora en la calidad de vida y lograr la sustentabilidad de la población en territorios específicos. La Carta Europea de Ordenación del Territorio, establece que la Ordenación del Territorio es a la vez, una disciplina científica, una técnica administrativa y una política, concebida como actuación interdisciplinaria y global cuyo objetivo es un desarrollo equilibrado de las regiones y la organización física del espacio según un concepto rector. La ordenación y gestión sustentable del territorio, permite conocer las potencialidades del territorio y las características socioeconómicas de la población, y que mediante la concertación de actores, sobre fundamentos legales viables, y el seguimiento y la evaluación constante de los planes y programas, permitirá la servidumbre en las inversiones privadas y públicas que incidan en la ordenación del territorio de los espacios urbanos y rurales. Este simposio tiene como propósito que los académicos de diversas disciplinas, que inciden en este simposio sea un espacio de reflexión y análisis de los problemas más apremiantes de la actualidad en los temas teórico- conceptuales, metodológicos, estudios de aplicación, nuevas tecnologías, seguimiento y evaluación de la ordenación del territorio.

palabras claves: Ordenación del territorio, sustentabilidad, grupos vulnerables.


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686 - The Social Nature of Plant Diversity in the Neotropics

Convener: Kawa Nicholas University of Florida Gainesville, FL Ud States of Am / USA


In recent years, great concern has grown over the loss and degradation of global biodiversity. Yet while human action is viewed as responsible for this loss, much new research has shown how some human societies actively maintain, and in some instances heighten, biodiversity through different forms of natural resource management. The purpose of this symposium is to draw on case studies from the Neotropics to examine the different ways in which plant diversity is maintained through specific social practices and cultural traditions. These papers examine the relationship of phytotherapy, traditional ecological knowledge, social history, and social networks to the maintenance of plant species and genetic diversity. By bridging these studies from the Neotropics, we hope to provide vital information for policies and development initiatives aimed at sustaining biodiversity in the American tropics and the world in general.

keywords: Neotropics, plant diversity, biodiversity management, ethnobotany, traditional ecological knowledge


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704 - Conocimiento social y manejo ecológico y económico de los recursos bioculturales

Coordinador: del Amo Silvia Centro de Investigaciones Tropicales Xalapa, Veracruz Mexico / Mexiko
Co-Coordinador: González Jácome, Alba (Universidad Iberoamericana, Ciudad de México, Distrito Federal., Mexico / Mexiko)

Las posibilidades respecto a la sostenibilidad en un futuro dependerán del nivel cuantitativo y cualitativo, de la población, de los recursos físicos y/o energéticos, y de los hábitos de consumo. A su vez, este último es producto de la o las cultura/s dominantes. En un mundo globalizado se requiere examinar los posibles escenarios geopolíticos que puedan aparecer en un futuro a medio plazo. Así, cabe la posibilidad de alcanzar hipótesis relativas a la viabilidad de modelos de desarrollo sostenible. La resiliencia es una capacidad que puede permitir a los agroecosistemas y grupos sociales a sobreponerse a diversas y fuertes adversidades. Para superar la realidad actual del campo, la diversificación es la acción clave mediante la promoción de la diversidad en espacio y tiempo de los organismos (plantas y animales) haciendo un uso integral y eficiente de insumos locales, así como de capacitar a grupos comunitarios para el manejo y confrontación a las adversidades sociales tanto intra-grupales como intra-comunitarias. Es obvio que para hacer un uso eficiente, diversificado sustentable e integral de los recursos, los factores culturales de cada población resultan fundamentales. La integración de las buenas prácticas de manejo y la responsabilidad, es sin lugar a dudas, la piedra angular a partir de la cual se pueden establecer experiencias exitosas o no, pero que nos permitan el aprendizaje social entre los grupos comunitarios y el de los investigadores y técnicos con los grupos comunitarios y de ello derivar lecciones para corregir experiencias nuevas y hacer nuevas fortaleciendo su apropiación. Dentro del simposio se dan cuatro estudios de caso que representan condiciones diferentes: uno de agroecosistemas y bancos de germoplasma en Yucatán, México, otro de un caso de ecoturismo en Costa Rica, otro sobre los principios para reestablecer la soberanía alimentaria en Veracruz, México, y finalmente un ejemplo de la revisión histórica de dos productos típicamente mexicanos, la vainilla y el cacao y los cambios en su exportación.

palabras claves: Recursos bioculturales, Integración de economía y sociedad, Agroecosistemas, Soberanía alimentaria, Ordenamiento y reordenamiento del paisaje.


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737 - Desigualdades socio-ecológicas en América Latina

Coordinador: Gobel Barbara Instituto Ibero-Americano Berlin Germany / Deutschland
Co-Coordinador: Reboratti, Carlos (CONICET, Universidad de Buenos Aires, Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina / Argentinien)

Desigualdades socio-ecológicas en América Latina América Latina es una de las regiones mundiales con la mayor desigualdad social y económica. Es también el subcontinente con mayor diversidad de ecosistemas, y sus países dependen fuertemente de los recursos naturales. Aunque existe en las ciencias sociales una larga tradición en el e studio de las desigualdades, hasta ahora el medio ambiente no ha sido tenido en cuenta suficientemente . El objetivo de panel es, por lo tanto, analizar la dimensión socio-ecológica de las desigualdades sociales en América Latina desde distintas perspectivas disciplinarias. Por dos razones nos interesa incorporar el medio ambiente en la discusión sobre desigualdades: (1) Es un prisma que pone de relieve de manera muy clara la multidimensionalidad de las desigualdades (o sea la interconexión entre las dimensiones económicas, p olíticas, sociales y culturales) . (2) En el medio ambiente se plasma de manera paradigmática la interdependencia entre lo local y lo global. En este contexto el medio ambiente puede ser para los diferentes actores sociales a la vez un recurso tanto local, como nacional o global, que puede ser apropiado como materia prima natural de formas muy diversas. Al mismo tiempo puede ser un bien público preservable. Por lo tanto se pueden proyectar en él significados culturales muy diversos con distintas lógicas de representación simbólica. Las dinámicas entre los diferentes roles que puede asumir el medio ambiente para los actores sociales - como recurso para ser explotado, como bien que debe ser preservado y como "contenedor" y/o "disparador" de significados simbólicos – dependen de las perspectivas de los agentes y sus contextos de interacción (tanto con otros actores sociales como con el medio ambiente). Un aspecto hasta ahora no vinculado de manera sistemática con el tema de las desigualdades es el de los riesgos y catástrofes naturales, esto es, eventos impredecibles con impactos negativos (pérdidas). En el simposio se pretende comparar riesgos ambientales "normales" (amplitudes térmicas, fluctuaciones en las precipitaciones, granizo, sequía, etc.), catástrofes naturales extraordinarias (terremotos, erupciones volcánicas, etc.), catástrofes globales con impactos muy difusos (cambio climático) y aquellas provocadas por el accionar del hombre (contaminación, erosión, etc.). Nos interesa estudiar en forma articulada las distintas percepciones de estos riesgos y catástrofes, las estrategias de manejo y los impactos en relación con la desigualdad. Algunas de las preguntas que nos interesa tratar en el simposio son: ¿Cuál es el impacto que tiene la dinámica entre la protección ambiental, la apropiación económica y la apropiación simbólica del entorno en las desigualdades locales y regionales? ¿Cómo inciden los movimientos sociales en esta dinámica? - ¿Cuáles son las formas institucionales y los conceptos legales que intervienen en la relación entre el hombre y el medio ambiente? ¿Qué ocurre cuando el ambiente entra en crisis? (riesgos predecibles, catástrofes naturales, catástrofes producidos por el hombre) ¿Qué rol juegan las diferencias culturales en la percepción y las interacciones con el entorno natural? ¿Qué rol juegan los diferentes tipos de "conocimientos" ambientales en la reproducción y la transformación de las desigualdades sociales?

palabras claves: desigualdades socio-ecólogicas, conflictos ambientales, perspectivas culturales de la naturaleza, conocimientos ambientales


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755 - Perceiving and Negotiating Environmental Change in the Indigenous Americas

Convener: Dürr Eveline Ludwig-Maximilians-University Munich Germany / Deutschland
Co-Convener: Kammler, Henry (LMU Munich, Munich, Germany / Deutschland)

Indigenous communities confronted with environmental change are commonly found in the periphery within modern nation states and this may result in their underrepresentation in politics and the media. Nevertheless, indigenous communities are far from being passive witnesses to ecological change. Rather, they negotiate and manage environmental change through their indigenous agency. Perceiving and negotiating environmental change is therefore a challenging set of issues in the Americas, which are the focus of our panel. Environmental change encompasses both rapid and gradual transformations of ecosystems in conjunction with globalisation. This affects some communities within the span of a generation and can trigger drastic cultural change. Other communities conceptualize and experience environmental change through multi-generational collective memory. Community discourses manifest in oral history and cultural self-description are a resource for perceiving and negotiating environmental change. Negotiation is thought of as unfolding on a variety of levels. For one, indigenous communities are often sufficiently heterogeneous to hold competing models of the nature-culture nexus and diverse concepts of personhood as spun into webs of mutual relationships with human and non-human agents. Secondly, indigenous peoples are negotiating the terms of “progress” and the recognition of territorial rights with the nation states which are the primary agents of “development”. Thirdly, they actively seek international platforms in order to respond to the weakened position of nation states vis-à-vis global players in the form of multinational consortiums and international organizations. Fourthly, negotiations are going on internally in the context of indigenous autonomy rights as to what extent the communities themselves become proponents of environmental change in the name of economic and social benefits. As evidenced especially in North America, the old, albeit partly fictitious, native-environmentalist alliances are breaking apart as “Mother Earth”-type rhetoric is progressively replaced by that of “economic development”. Issues to be addressed will be questions of political representation and control. Who negotiates environmental change in and for indigenous communities? How are resources and territories managed and what ideological/religious constructs are at work? How is knowledge about resource use generated, shared and distributed within communities? Who defines what the benefits are and who is benefitting by modern indigenous resource management, for example through ecotourism? What is the relation between negotiating environmental change and the exertion of indigenous sovereignty rights, when, for example, it is claimed that resource overuse is in the interest of indigenous communities as long as the indigenes (or indigenous elites) are partly in control of environmental change? Papers addressing broadly these aspects, and based on empirical study or theoretical reflection are welcome.

keywords: Environmental perception, representation, rights, political strategies, knowledge


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775 - Dinámica social de las áreas protegidas en México, I

Coordinador: Durand Leticia Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) Coyoacán Mexico / Mexiko
Co-Coordinador: Martínez, José (University of Massachusetts-Boston, Boston, Ud States of Am / USA)

Las áreas protegidas (AP) constituyen una de las principales estrategias de conservación en México, hoy en nuestro país existen más de 170 AP, de carácter federal, que cubren casi el 13% del territorio nacional. Sin embargo, lejos de ser espacios prístinos e intocados las AP mexicanas se establecen en lo que suele llamarse “segunda naturaleza”, esto es, áreas habitadas y trabajadas por los seres humanas desde tiempo atrás. La integración de estos espacios a las políticas de conservación reconfigura tanto los rasgos de los territorios como las dinámicas sociales que en ellos se producen. En ciertos casos, las consecuencias de estos procesos para las comunidades locales son positivos pero, encontramos también, numerosas situaciones en las que el establecimiento y manejo de AP produce fuertes impactos negativos para sus habitantes. En este simposio nos interesa explorar la relación de las comunidades locales con las AP y, partiendo de estudios de casos puntuales, nos proponemos abordar los siguientes cuestionamientos: ¿Qué oportunidades reales plantean las AP para mejorar el desarrollo y el bienestar social y la salud? ¿De qué manera el establecimiento de AP transforma la relación de las comunidades entre sí, al interior de ellas mismas y entre ellas y las autoridades? ¿Cuál es la relación de las AP con los procesos de democratización, la construcción de ciudadanía y la justicia social?

palabras claves: Áreas protegidas, México, conservación, ecología política.


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777 - Dinámica social de las áreas protegidas en México, II

Coordinador: Durand Leticia Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) Coyoacán Mexico / Mexiko
Co-Coordinador: Olson, Elizabeth (Loyola University, Chicago, Illinois, Ud States of Am / USA)

Las áreas protegidas (AP) constituyen una de las principales estrategias de conservación en México, hoy en nuestro país existen más de 170 AP, de carácter federal, que cubren casi el 13% del territorio nacional. Sin embargo, lejos de ser espacios prístinos e intocados las AP mexicanas se establecen en lo que suele llamarse “segunda naturaleza”, esto es, áreas habitadas y trabajadas por los seres humanas desde tiempo atrás. La integración de estos espacios a las políticas de conservación reconfigura tanto los rasgos de los territorios como las dinámicas sociales que en ellos se producen. En ciertos casos, las consecuencias de estos procesos para las comunidades locales son positivos pero, encontramos también, numerosas situaciones en las que el establecimiento y manejo de AP produce fuertes impactos negativos para sus habitantes. En este simposio nos interesa explorar la relación de las comunidades locales con las AP y, partiendo de estudios de casos puntuales, nos proponemos abordar los siguientes cuestionamientos: ¿Qué oportunidades reales plantean las AP para mejorar el desarrollo y el bienestar social y la salud? ¿De qué manera el establecimiento de AP transforma la relación de las comunidades entre sí, al interior de ellas mismas y entre ellas y las autoridades? ¿Cuál es la relación de las AP con los procesos de democratización, la construcción de ciudadanía y la justicia social?

palabras claves: Áreas protegidas, México, conservación, ecología política.


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836 - Territorios de (in)sostenibilidad: las implicaciones socioambientales de las políticas de desarrollo en las relaciones sociales de género

Coordinador: Gehlen Vitoria UFPE Recife Brazil / Brasilien
Co-Coordinador: Augusto Chaves, Helena Lúcia (Universidade Federal de Pernambuco, Recife-PE, Austria / Österreich)

El paradigma de la ruralidad surge para suplir deficiencias a través de la promoción del desarrollo rural territorial. Temas como el territorio y la perspectiva de género son prioritarios y permiten identificar diferencias y desigualdades, valores, acceso a los recursos, participación en los procesos decisorios de hombres y mujeres, implicaciones en las familias rurales, con el objetivo del planteamiento de medidas de intervención eficaces y equitativas. Dichas políticas ofrecen herramientas al análisis político e institucional de propuestas de modificaciones igualitarias y democráticas. Bajo la perspectiva de enfoque territorial, se comprende que el territorio en cuanto un producto del desarrollo histórico de cada lugar, donde convergen intereses y fuerzas de determinados agentes económicos y actores públicos. Asimismo se considera que estimula los hermanados entre órganos de gobierno y organizaciones de la sociedad y del mercado, con el objetivo de desarrollar estrategias que tengan en cuenta la variedad de combinaciones entre las distintas dimensiones del desarrollo sostenible. Se atribuye a lo rural la potencialidad de impulsar el uso sostenible de los recursos naturales desde las capacidades locales de crecimiento económico de actividades no-agrícolas que en la contemporaneidad se presentan también en lo rural. El objetivo de la presente propuesta de Simposio es discutir acerca de las políticas públicas territoriales (como el acceso al trabajo, a la sanidad, a la educación, a la vivienda, a la infraestructura de saneamiento ambiental básico) y las relaciones sociales de género rural, teniendo en cuenta la expansión e importancia de la pluriactividad en la complementación de la renta de las familias rurales. Dicha propuesta se justifica por la pertinencia de la temática ante las cuestiones socioambientales en curso en el rural latinoamericano, particularmente en lo que respecta al noreste brasileño. Se busca fomentar e intensificar la inclusión de dichas temáticas en los debates académicos, en la revisión teórica de los paradigmas interpretativos de los procesos de transición democrática y en la consolidación de la democracia, referentes a los cambios en la lógica de acción colectiva, sobre todo las directamente relacionadas a la producción del espacio y a las relaciones sociales, con vistas a la emancipación de la sociedad, por medio de más justicia social y ambiental. La discusión propuesta podrá colaborar con acciones que confieran visibilidad a los problemas que se enfrentan en el ámbito rural, en la elaboración de políticas públicas y sociales, programas y proyectos, por parte del Estado, del Poder Local y de la sociedad civil organizada.

palabras claves: Medio ambiente; territorio; género; políticas públicas


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858 - Past crisis in the Americas: environment and socio-cultural process

Convener: Arnauld Charlotte CNRS-Université de Paris Panthéon-Sorbonne Nanterre France / Frankreich
Co-Convener: Eckhout, Peter (Université libre de Bruxelles, Brussels, Belgium / Belgien)

Until recently, archaeology and ethnohistory have given emphasis on episodes of so-called collapses in the cultural sequences of prehispanic societies during the last two millenia on the American continent. Research in progress in Amazonia, the Andes, Mesoamerica, also the Arctic, opens new perspectives on what should be better approached as “rapid change” and the development of resilient strategies. In a few case studies, reappraisal of field data and ethnohistorical documents leads to construct chronological sequences articulating environmental events with socio-political processes, as well as the corresponding emic histories recorded by local authorities. One central issue focuses upon the intentional role of elites at distinct spatial and social scales in the reorganization of entities, and the long-term “costs” of their politics.

keywords: collapse, rapid change, resilience, environment


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873 - Land use management in Amazonia - socio-ecological implications in the frame of global change

Convener: Gerold Gerhard Universität Göttingen, Geogr. Institut, Abt. Landschaftsökologie Göttingen Germany / Deutschland
Co-Convener: Coy, Martin (Universität Innsbruck, Innsbruck, Austria / Österreich)

The globally relevant land use frontier of Southern Amazonia is extremely dynamic .For example, Mato Grosso experienced an increase of 87% in cropland and 40% of deforestation from 2001-2004. This development is accelerating along the Cuiabá-Santarém highway and is associated with further major C losses and GHG releases. Global interest in curtailing these emissions is high as the relevance of the affected ecosystems (rainforest and cerrado) for C storage and GHG cycling is of global relevance. Regionally specified models are essential and the key target to develop viable C-optimized land management strategies mitigating GHG emissions and maintaining ecosystem services (ESS) under changing climate conditions. They are utterly needed to meet the goals set by Brazilian national plans and international treaties such as REDD and the Kyoto protocol. Furthermore Amazonia remains a “hot spot” of resource use conflicts and contradictory interests between farmers, smallholders, politicians, planning institutions and global economic players. Hence there is a urgent need to understand consequences of socio-political decision processes on the conflict of and land use change processes, i.e. particularly forest conversion, in relation to social transformation in Amazonia. The aim of the symposia is to bring together scientists from both an ecologic background and socio-economic focus for discussions to point out possibilities and scenarios for a better land use management to develop ideas for realizing global and national GHG reduction goals while possibly reducing socioeconomic conflicts.

keywords: Amazonia, forest conversion, land use change models, GHG-reduction, resource use conflicts


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881 - La Diversidad Geocultural para afrontar la crisis ecológica

Coordinador: Anita Krainer Facultad Latinoamericano de Ciencias Sociales - FLACSO Quito Ecuador / Ecuador
Co-Coordinador: Teodoro, Bustamante (Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales – FLACSO Sede, Ecuador)

La dinámica de la conservación es en si misma algo que atraviesa a poblaciones humanas con diferentes culturas. Esto se deriva del hecho de que los límites ecológicos no son los límites culturales. Por otra parte el cuidado de un ecosistema, requiere de conocimiento sobre las diferentes culturas, y esto se logra a través de la convivencia. Es por esto que existe una fuerte tendencia a revalorizar los conocimientos tradicionales en los esfuerzos de conservación. Sin embargo esta es sólo una de las dimensiones de interculturalidad en los esfuerzos de conservación. Adicionalmente debemos plantear otras dos. La primera de ellas es que los esfuerzos de conservación requieren combinar voluntades movidas por diferentes códigos culturales, y por lo tanto los esfuerzos están determinados pro la posibilidad de que la cooperación a través de diferentes códigos sea fructífera. Por otra parte el planteamiento mismo de un interés planetario es una operación desarrollada a través de diversas culturas, en su confrontación. Esa confrontación se mantiene a pesar de sus permanente redefiniciones. La mesa que proponemos buscará analizar como se articulan estas diversas dimensiones de la interculturalidad.

palabras claves: conservacion, conocimientos tradicionales, diversidad cultural y natural, interculturalidad


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911 - Vulnerabilidades y adaptaciones a los eventos climáticos extremos en las Américas

Coordinador: MONTAÑA Elma CONICET (Scientific and Technological National Research Center, Argentina) Mendoza Argentina / Argentinien
Co-Coordinador: DIAZ, Harry Polo (Canadian Plains Research Centre (CPRC), University of Regina, Regina, Saskatchewan, Canada / Kanada)

El simposio se focaliza en la faceta menos transitada del cambio climático: la llamada dimensión humana. Su problema se construye en el encuentro de los problemas de los bienes (recursos) naturales y las dimensiones sociales y políticas de los territorios. Los estudios disponibles muestran cambios en los patrones climáticos e hidrológicos y, especialmente, mayores frecuencias de eventos climáticos extremos (sequías, inundaciones, heladas y olas de calor, huracanes, etc.) que comprometen no sólo la calidad de vida de las poblaciones más vulnerables sino que amenazan la misma base productiva de comunidades rurales altamente dependientes de los factores del clima y del agua. Es necesario preguntarse sobre los retos y oportunidades que el cambio climático presenta a una diversidad de comunidades a lo largo de las Américas: las exposiciones a las que se ven sometidas, los modos en los que éstas se articulan con otras exposiciones y riesgos, las capacidades adaptativas a ser puestas en juego para enfrentarlas y los efectos actuales o potenciales del cambio climático así como de las mismas medidas de adaptación. El simposio propone un lugar de encuentro interdisciplinario y discusión de las más recientes miradas socio-ambientales sobre los eventos climáticos extremos y el cambio climático en general, las vulnerabilidades de las comunidades rurales a lo largo de las Américas y sus alternativas de adaptación. Para ello, se convoca a comunidades académicas y organizaciones involucradas en los procesos de adaptación al cambio climático en la región a dar cuenta de los problemas teóricos y empíricos enfrentados, a compartir los marcos conceptuales de referencia, a explicitar las hipótesis de trabajo y comentar críticamente los avances logrados y las dificultades encontradas, apuntando a articular un corpus de trabajos y experiencias que posibilite las sinergias propias de las reflexiones compartidas con vistas al fortalecimiento de las capacidades adaptativas de poblaciones vulnerables.

palabras claves: extremos climáticos e hidrológicos, cambio climático, sensibilidad, vulnerabilidad, adaptación


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925 - Ecourbanismo y habitabilidad regional en América Latina

Coordinador: Pablo Torres-Lima Universidad Autónoma Metropolitana Distrito Federal Mexico / Mexiko
Co-Coordinador: Esperanza, Castro (Universidad Externado de Colombia, Distrito Federal, Mexico / Mexiko)

Ecourbanismo y habitabilidad regional en América Latina Co-coordinador: Pablo Torres Lima, UAM-X, México Co-coordinadora: Esperanza Castro Ramírez, Universidad Externado de Colombia, Colombia El objetivo de este simposio consiste en analizar, comprender y comparar, de manera interdisciplinaria, el desarrollo y c onsolidación del pensamiento ambiental latinoamericano respecto al ecourbanismo y la modificación de las prácticas humanas regionales y microregionales, con acento en la habitabilidad. Los actuales desafíos bioclimáticos en el mundo, particularmente en Latinoamérica se relacionan con el estudio de la integración del clima y el ser humano. De esta forma, la comprensión de la vulnerabilidad bioclimática de las regiones y ciudades depende del grado de aplicación de un enfoque de diseño ambiental en el cual la habitabilidad integre las diversas formas de vida, por lo tanto la historicidad –espacio y tiempo- y las escalas geográficas. El estudio de la mediación o las interfases entre la escala arquitectónica y la bioregional (urbana-rural) significa investigar el espacio territorial (paisajes o unidades ambientales) y la calidad de vida de las poblaciones. Es decir, implica entender como ocurren los espacios intermedios entre las distintas escalas objetual, arquitectónica, urbana-rural, regional y global. Este simposio pretende ofrecer un espacio para al análisis y discusión de los avances en el estudio de los cambios socioterritoriales ante las perturbaciones bioclimáticas, en diferentes escalas territoriales, locales, municipal, estatal y regional. Se intenta proveer de un espacio para evaluar la pluralidad de los enfoques de evaluación de las interrelaciones entre los factores del medio ambiente natural (biogeofísico), los factores del medio ambiente humanizado y los factores del usuario del diseño ambiental. Se espera que el simposio atienda las siguientes necesidades de generación interdisciplinaria de conocimiento científico: A) Caracterización y priorización de riesgos bioclimáticos y evaluación comparativa de la vulnerabilidad respecto de la habitabilidad en diferentes sistemas, territorios y grupos sociales urbanos en Latinoamérica; B) Propuesta de modelos, criterios e indicadores de diseño ambiental para la habitabilidad regional urbana en Latinoamérica; y C) Identificación de políticas, actividades de planeación y estrategias efectivas para llevar a cabo los procesos de diseño ambiental para la adaptación y mitigación de sistemas urbanos ante el cambio bioclimático, mediante la participación de actores, organizaciones e instituciones regionales. Las ponencias inscritas en este simposio ofrecerán, a partir de la contribución de diversos especialistas de diferentes áreas de conocimiento cuyo objeto de estudio sea el ecourbanismo y la habitabilidad, un enriquecedor intercambio de experiencias analíticas y estudios de caso que permitan comprender los marcos de estudio latinoamericano de las ciencias y artes para el diseño así como de las ciencias sociales con relación al mejoramiento del bienestar humano y el fortalecimiento de la capacidad urbano regional.

palabras claves: ecourbanismo, habitabilidad, diseño ambiental, bioclimatismo, región


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941 - Reivindicación de derechos y desigualdad social: conflictos y estrategias de intervención frente a la inversión en infraestructuras

Coordinador: Cruz Rueda Elisa Licenciatura en Gestión y Autodesarrollo Indígena. UACH San Cristóbal de las Casas Chiapas Mexico / Mexiko
Co-Coordinador: Fabre Zarandona, Artemia (Diálogo y Movimiento, A.C (DIMO), Tepoztlán, Morelos, Mexico / Mexiko)

Nos interesa abrir un espacio de reflexión donde los participantes (provenientes del ámbito académico y activista, afectados directos y estudiosos), expongan sus diversas experiencias en cuanto a la afectación a los/sus territorios indígenas —y/o no indígenas—, así como sobre los conflictos sociales y ambientales provocados por esos impactos, y en su caso, las estrategias de análisis de conflictos y alternativas frente a los mismos. Proponemos analizar y reflexionar sobre las dinámicas que los pueblos desde sus comunidades han adoptado para hacer frente a los proyectos de empresas nacionales e internacionales que han alterado no sólo sus entornos territoriales o tierras sino que, pasan encima de sus reivindicaciones y derechos, por lo cual se ven actualmente impelidos a reactivar sus luchas sociales, económicas y jurídicas en defensa de sus tierras, de su economía y de su hábitat. Desde la antropología Jurídica y del Medio Ambiente nos interesa analizar y reflexionar sobre los futuros escenarios sociales y las posibilidades de intervención desde nuestra disciplina, ya sea desde la investigación, el análisis y el acompañamiento teórico y práctico ante estas situaciones de mega proyectos que requieren de nuevas formas de entendimiento y de acción social.

palabras claves: afectación territorios, conflictos sociales y ambientales, dinámicas jurídicas y sociales de defensa


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1011 - Amazonia ainda fronteira: atores sociais, recursos naturais e instituições

Coordenador: Naase Karin Marita Universität Marburg Marburg Germany / Deutschland
Co-Coordenador: Ravena, Nirvia (Núcleo de Altos Estudos Amazônicos-NAEA, Universidade da Amazônia/UNAMA, Para, Brazil / Brasilien)

O discurso que interpreta a Amazonia como fronteira remonta aos anos 60 do século passado. Durante a ditadura militar (1964 – 1985) o papel da Amazônia era de integrar-se ao cenário nacional, e a doutrina de desenvolvimento da Amazônia como fronteira foi a base da estratégia desenvolvimentista dos governos autoritários. As ações desenvolvimentistas tinham nos instrumentos fiscais como a concessão de subvenções para a exploração da Amazônia. Grupos de empresas e empresários individuais foram os atores sociais contemplados nessas estratégias. Em contraste, para diminuir custos de transação no ambiente político internacional, os governos autoritários foram obrigados, pela tendência mundial de regulação do meio ambiente, a aderir à construção de arranjos institucionais domésticos para a formulação de políticas ambientais. Iniciada na década de setenta, a arena da regulação ambiental no Brasil é marcada pela fragmentação institucional. A terra na Amazônia, no período de modernização autoritária, foi adquirida a baixo risco e a preços ínfimos para propósitos de especulação, criação de gado, derrubada de madeira e plantação de soja. Decorre ainda desse período a prática da "grilagem" que resulta da baixa institucionalização da propriedade da terra na Amazônia. Nos últimos 50 anos, crimes ambientais, contra os direitos humanos, contra minorias têm sido a constante na vida sócio-ambiental da região. Entre os anos de 1980 e 1990, diante do crescente endividamento interno e externo e a crise das instituições políticas brasileiras, o Estado permitiu que grupos locais se afirmassem politicamente. Os desdobramentos conhecidos dessa delegação foram crimes como apropriação ilegal de terra, destruição do meio-ambiente e violação dos direitos humanos. Do ponto de vista da corrupção nas instituições públicas na Amazônia, esse processo de fortalecimento das elites locais promoveu o uso dos cofres públicos para fins próprios. Uma “concorrência aberta” pelos recursos (naturais), minando títulos de propriedade existentes e a introdução de atores sociais que vieram para a região com a representação da lógica de fronteira orientando suas ações resultam numa dominação territorial. Tem sido uma constante na Amazônia a criação de municípios, que são a representação do que territorialmente foi espoliado pelos atores dotados de recursos de poder, no momento em que a modernização autoritária inseriu a lógica de fronteira na Amazônia. Os efeitos deletérios dessa dinâmica se manifestam na destruição do meio ambiente na Amazônia e conseqüentemente na mudança global do clima. No entanto, se queremos entender estes fenômenos na sua profundidade, é imprescindível ressaltar e analisar as realidades locais tais como as condições institucionais, os processos históricos, as estruturas sociais, políticas e econômicas, assim como as racionalidades dos atores locais e globais. No Brasil, a estruturação dos interesses em torno da regulação ambiental, seguiu caminhos que podem ser interpretados como resultado dos retornos crescentes promovidos por trajetórias que configuram tanto as instituições que fazem parte do arcabouço regulatório ambiental brasileiro quanto das estratégias dos atores que adentraram a arena dessa regulação. A proposta deste simpósio é analizar as diferentes realidades, atores sociais, recursos naturais e instituições na Amazonia, tanto através de uma análise horizontal-sincrónica, quanto através de uma análise vertical-diacronica. Contribuicoes focalizando os povos indigenas, as populacoes tradicionais, mas tambem focalizando a questao dos migrantes na Amazonia quanto os atores politicos e economicos e as instituicoes envolvidas nas diferentes realidades amazonicas.


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1027 - La Globalización un problema sin diálogo

Coordinador: Arredondo Icardo Maria Isabel CESLA Varsovia Poland / Polen
Co-Coordinador: Cruz Espino, César Armando (Universidad de Varsovia, -, Other / Andere)

A finales del siglo XX la Globalización ha intensificado dos tendencias generales que se resumen en una actitud de las naciones desarrolladas personificadas por los EE.UU. a favor, mientras que los países semidesarrollados en contra. Estas dos inclinaciones buscan, paradójicamente, un fin común que es el de alcanzar el desarrollo económico de sus países. De lo que se deduce que quizá sean los medios para su realización los que generan la división y que desembocan en una crisis. División que no debería existir, en tanto que los beneficios que argumenta la Globalización, de ser correcta, sería la consecuencia de un proceso en donde todos van a ganar de alguna u otra forma. Asimismo, siendo evidente que la pobreza representa una preocupación en todas las comunidades del mundo sin importar su estado económico, pues nadie quiere perder lo que ya tiene, ni nadie deja de desear lo que no tiene para alcanzar una vida mejor. Es por lo que surge natural que tanto los países subdesarrollados como los desarrollados se enfoquen en implementar un escalón superior de desarrollo a fin de ofrecer un mejor estado de vida a sus ciudadanos. La llave para alcanzar este objetivo parece ser el abandonar las experiencias locales y adaptarse lo más pronto posible, en llegar a ser un ente o ciudadano global. No obstante, la Globalización genera también la marginación de aquellos que por difererentes rasgos históricos han estado al margen de la igualdad de riquezas. Es por ello que los oponentes más serios son aquellos países donde los bienes de capital por diversas razones no han estado a su alcance. Por otro lado, es evidente que el sistema económico dominante, tiene en su evolución características fundamentalmente globales, por lo que ninguna nación puede mantenerse al margen de esta nueva era en detrimento de quedarse aislado. Al mismo tiempo, sugiere lo anterior que, las políticas económicas de cada una de las naciones de diferentes estados de desarrollo urgen diálogos entre las mismas y principalmente entre las dos Américas la del norte y la del sur, a fin de evitar eventuales conflictos económicos por la falta de una reacción apropiada a las tendencias de la economía mundial y, en esta época, en que las integraciones son cada vez más urgentes para una defensa efectiva ante las regiones continentales más fuertes como las de Europa y las de Asia.


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1028 - Conflitos sociais por água na América Latina

Coordenador: Ribeiro Wagner Costa Universidade de São Paulo São Paulo Brazil / Brasilien
Co-Coordenador: Ibarra, Veronica (UNAM - Mexico, -, Other / Andere)

Desigualdade ainda é uma palavra importante em nossos dias. Ela pode ser usada para analisar as dinâmicas sociais, territoriais e econômicas em busca da sustentabilidade. Ela deve ser a meta número um a ser combatida a partir de um projeto de sociedade sustentável. Um mundo sustentável parece utópico para muitos, afinal, representaria repor as necessidades atuais sem impedir às gerações futuras manterem seus estilos de vida. Disso decorrem duas dificuldades: como repor a base material da vida de pessoas cujo estilo de vida não conhecemos, nem podemos prever ao certo? O que garantir, como mínimo, a todos habitantes da Terra? Responder a essas questões exige que se adentre no campo da ética, da justiça ambiental e questionar o modelo de desenvolvimento hegemônico. Além disso, também envolve uma reflexão sobre as condições de existência de parcela expressiva da sociedade, que, mesmo em momento em que a base técnica parece agregar a todos, ainda carece de meios básicos para a reprodução da vida, como acesso à água de qualidade e moradia digna. Pensar sobre as dinâmicas sociais e econômicas é um desafio para países que adentram ao restrito clube das economias dinâmicas, que devem buscar alternativas de desenvolvimento que promovam a inclusão social, mais que o consumo perdulário. Nesse simpósio pretende-se reunir pesquisadores que, à luz das premissas expostas acima, oferecem uma contribuição para analisar conflitos pelo acesso à água de qualidade na América Latina. Muitos dos problemas que despertam tensões pelo acesso à água decorrem da adoção de modelos de uso intensivo dos recursos hídricos, seja na agricultura, seja na indústria. Além disso, a presença de grandes metrópoles e cidades cria a necessidade de abastecer enormes contingentes populacionais, o que nem sempre é uma tarefa simples, pois o volume de água muitas vezes é insuficiente para a demanda local, o que implica em promover a transposição de água de outras bacias, o que pode gerar conflitos.

Palavras-chaves: conflitos socioambientais, América Latina, água


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1038 - Conflictos socioambientales y Movimientos sociales

Coordinador: Svampa Maristella Universidad Nacional de La Plata, Argentina Buenos Aires Argentina / Argentinien


En términos de relaciones económicas, la globalización planteó una nueva división internacional del trabajo que acentuó aún más las asimetrías entre los países centrales y periféricos. Así, se trata de una t endencia de los países del norte a desplazar fuera de sus fronteras las primeras fases la actividad extractiva que abarca incluso las primeras etapas de los procesos, privilegiando el medio ambiente local, a costa de un mayor deterioro del medio ambiente global, y particularmente de los países del sur cuyos territorios son utilizados como fuente de recursos y sumidero de residuos. En consecuencia, l a actual etapa expresa una demanda cada vez mayor de los países desarrollados hacia los países dependientes, en términos de materias primas o de bienes de consumo, lo cual aparece reflejado en la consolidación de una matriz productiva, de corte extractivista, basada en la sobre-explotación de recursos naturales, en la expansión de las fronteras hacia territorios antes considerados como “improductivos” y en la tendencia a la monoproducción o el monocultivo: la minería a cielo abierto y a gran escala, la privatización de tierras, la construcción de grandes represas hidroeléctricas, el boom de los agro-negocios basados en los transgénicos y la siembra directa, los proyectos de infraestructura previstos por el IIRSA y los llamados biocombustibles, ilustran a cabalidad esta nueva división territorial y global del trabajo entre el Norte y el Sur en el contexto del capitalismo actual, que repercute en una desigual distribución de los conflictos ecológicos y territoriales. En este contexto, no es casual que en toda la región latinoamericana se vayan configurando diferentes escenarios de disputa, ligados al control de los bienes naturales. Dichos conflictos socioambientales dan cuentan del cruce y la colisión entre diferentes lógicas de acción y de valoración: aquella de las corporaciones económicas trasnacionales; aquellas propias del Estado en sus diferentes niveles (nacional, regional, local); por último, aquella propia de las organizaciones campesino-indígenas y otros movimientos socioterritoriales, de carácter tanto rural como urbano. El presente simposio se propone tratar dicha problemática desde una perspectiva interdisciplinaria (ecología política, geografía, sociología, entre otros).

palabras claves: Conflictos socio-ambientales; Movimientos sociales, Corporaciones Transnacionales, extractivismo


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1046 - Natural Resources Management and Development in Amazonia - the role of small holders on conservation

Convener: Rivero Sérgio UFPA Belem PA Brazil / Brasilien
Co-Convener: Almeida, Oriana (-, -, Other / Andere)

Amazon Region is one of the biggest tropical forest in the world. The region has around 8 million square kilometers what represents 54% of the total area of OTCA countries (Bolivia, Brazil, Colombia, Ecuador, Guyana, Peru, Suriname and Venezuela). More than 32 million of people live in Amazonia. It represents 11% total Amazonian Countries population. Most part of the population lives in cities (around 70% of Amazonian habitants live in cities). With 10 million of people living in the rural areas the Amazonian region has the lower population density in all the OTCA countries. The region had experienced historical high rates of occupation. With fast population growing in the last three decades and rapid changes in land occupation patterns, leading to fast deforestation rates and expropriation of part of traditional populations that occupied the region earlier. Recently, significant parts of the region are submitted to institutional changes that implied in more effective control by the national states or by organized segments of the national societies that have the tendency to impose restrictions to the historical tendencies of deforestation and occupation of land. These new tendencies implied in a fast reduction in the deforestation rates in countries like Brazil. This symposium aims to observe under the woods and explore the diversity of social dynamics that are in the base of these changes.

keywords: Institutional Changes, Amazon, Natural Resources Management, Community Agreements


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1095 - Discusión ciudadanía frente a los temas ambientales: La educacion en turismo y ecologia

Coordinador: NIEVAS CASTRO MANUEL ALEJANDRO UNIVERSIDAD NACIONAL DE LA RIOJA VILLA UNION- LA RIOJA Argentina / Argentinien
Co-Coordinador: YAÑEZ, MARCELA LAURA INES (-, -, Other / Andere)

Como es sabido el turismo puede beneficiar o perjudicar social y ambientalmente en igual proporción. Esto depende frecuentemente de la manera en que actúan los profesionales del área según el grado de visión ecológica y sistemática del mundo que tengan. Los profesionales de todas las disciplinas y específicamente la turística, deben ser capaces de atender las demandas de la sociedad actual presentando una visión integrada de la realidad, para comprender que toda acción realizada en cualquier parte afecta al equilibrio general del planeta. Debiendo ser capaces de pensar sus acciones como generadoras de cambios y planificarlas con el fin de producir más beneficios que perjuicios. Para que ello sea posible es necesario que los nuevos paradigmas profesionales en turismo y ecología sean comprendidos en toda su complejidad. Esta comprensión es fundamental para relacionar adecuadamente las diversas ciencias y disciplinas con el fin de construir un saber útil, capaz de atender a las demandas de una sociedad que cambia cada vez más rápidamente y que posee necesidades más urgentes y complejas. De esta manera más allá de la simple necesidad de una formación ambiental para los profesionales de turismo ecológico, lo que se intenta es defender la necesidad de que sea tratados estos temas en forma interdisciplinaria, con amplitud y permitiendo el diálogo con todas las áreas del conocimiento, así se proporcionaría una visión eco-sistémica de la realidad construyendo diálogos en las Américas.

palabras claves: Educacion, Turismo, Ecología.


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1102 - Fronteras y disputa por los recursos naturales en las Américas. Integraciones, conflictos y visiones alternativas del desarrollo en contexto de crisis socio-ecológica.

Coordinador: Schweitzer Alejandro UNIVERSIDAD NACIONAL DE LA PATAGONIA AUSTRAL Río Gallegos Argentina / Argentinien
Co-Coordinador: Sandoval, Juan Manuel (Instituto Nacional de Antropología e Historia, DF Mexico, Mexico / Mexiko)

La historia americana lleva más de cinco siglos de apropiación y extracción de sus recursos naturales en nombre de un modelo de desarrollo que impone maneras cada vez más intensivas en la producción y consumo material. Minerales metalíferos (oro, plata y metales raros), energéticos fósiles (petróleo, gas, uranio) y derivados de cultivos oleaginosos (soja, palma) y pesqueros, distribuidos desigualmente y sin respetar fronteras políticas, se encuentran entre los más codiciados en el actual escenario mundial. Las fronteras, dependiendo del área del continente de que se trate, pasan a ser espacios de cooperación y aprovechamiento de recursos naturales compartidos en el marco de políticas de integración decididas muchas veces en ámbitos cada vez más alejadas de las sociedades locales y regionales mientras que en otros casos siguen siendo fuente de conflicto o se trata de espacios en proceso de ocupación ocupados por sociedades que mantienen formas de organización tradicionales. A su vez, nuevos y viejos frentes pioneros y fronteras agrarias se estancan o se reavivan en múltiples procesos de expansión geográfica del capital en espacios interiores del continente, traspasando o no los límites políticos. En los últimos años queda en evidencia que la crisis socio-ecológica y la crisis financiera son dos facetas de una sola crisis, la del modelo de desarrollo dominante. La necesidad de garantizar la seguridad alimentaria y energética termina siendo un motor tanto de la continuidad del modelo de desarrollo como de la mencionada expansión sobre el conjunto del planeta. Frente a esta situación los movimientos sociales que procuran resistir estas dinámicas, avanzan cada vez mas en el cuestionamiento del modelo de desarrollo capitalista y la propuesta de alternativas. Las fronteras, lejos de funcionar como barreras, se convierten en espacios de encuentro y confrontación. La Conferencia de los Derechos de los Pueblos y la Tierra celebrada en Cochabamba en 2010 es solo uno de los ejemplos de estas manifestaciones. En este simposio nos convocamos a reflexionar sobre el papel de las fronteras y espacios interiores americanas en el contexto de la crisis Socio-Ecológica en tanto escenarios de aplicación de políticas de integración regional y en relación a la dinámicas de expansión geográfica motorizadas por la disputa por los recursos naturales. En estos espacios fronterizos y en visiones comparativas entrarán en tensión también nociones como las de huella ecológica, comercio ecológicamente desigual y deuda ecológica, de expansión geográfica y desarrollo geográfico desigual. Se invita finalmente a exponer experiencias de integración regional impulsadas por los estados y bloques continentales que apunten a políticas de seguridad alimentaria y energética así como a las protagonizadas por los movimientos sociales y las resistencias que impulsan modelos de desarrollo alternativos y sus modalidades de articulación regional y continental.

palabras claves: fronteras, recursos naturales, crisis socio-ecológica, integración regional, alternativas de desarrollo


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1106 - Large Infrastructure Projects in the Americas

Convener: Cecena Ana Esther - - Mexico / Mexiko


Nuevas dinámicas de desarrollo, sobre todo en América Latina, basan también en las grandes proyectos de infraestructura. Cuáles son sus rasgos y objetivos, sus avances y problemas? Pedimos ponencias acerca del tema en las Américas que pueden referirse a cuestiones y casos específicos o tener una perspectiva comparativa.


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1650 - The Political Economy of Extractivism and its Socio-Environmental Impact in the Andean-Amazonian Countries

Convener: Raza Werner ÖFSE Austria - Austria / Österreich
Co-Convener: Schilling-Vacaflor, Almut (GIGA Institute of Latin American Studies; Research Fellow, Hamburg, Germany / Deutschland)

The extractivist policies in the Andean-Amazonian countries will be assessed from an interdisciplinary and a comparative perspective. The aim of the panels is to reflect upon the interrelations between political, economic, legal and socio-cultural dimensions with regard to the non-renewable resource management in the region. Thus, a great variety of methodological and theoretical approaches from diverse academic disciplines (economy, political science, sociology, anthropology, legal science) are welcome. The exploitation of hydrocarbons and mining are booming businesses in the Andean-Amazonian countries. The economies of Venezuela , Peru , Bolivia , Colombia and Ecuador are strongly dependent on the export of natural resources and extractivist policies stand in the way of the construction of diverse and plural economies. A new economic and development model according to Bolivia ’s and Ecuador ’s constitutional principle of good life (buen vivir or vivir bien) seems to be distant. Initiatives like the Yasuni ITT in Ecuador to leave the oil under the soil might still be rather isolated and limited projects. Despite the similarities we can also find some differences: in Venezuela , Bolivia and Ecuador a greater share of the benefits from the resource extraction are used for ambitious social policies and the role of the state in these economies was strengthened. While some scholars conceive these changes as a progress towards the reduction of social inequality and the re-gaining of national sovereignty, others interpret them as populist and short-sighted measures for securing voter approval and as authoritarian intents to concentrate economic and political power on the executive branch. First Part : The Political Economy of Extractivism in Latin America in the 21st Century In the first part we want to discuss questions like: What are the similarities and differences between the economic policies of the Andean-Amazonian countries? Can we find initial stages of a post-neoliberal development in the countries with leftist governments? What are the impacts of the great resource dependence on the quality of democracy? What is the potential for changing, i.e. diversifying the economic and development models in a context of internationalized states and globalization? Second Part : Human rights and environmental standards in contexts of resource extraction In the second part we want to discuss questions like: What are the differences/similarities between the Andean-Amazonian states regarding their human rights and environmental records in resource management? How do the tensions and conflicts between economic interests on the one hand and environmental and human rights standards on the other hand proceed in the legal and the socio-political field? How do these struggles shape extractivist policies? What circumstances might contribute to getting closer to a “good-life regime” in the context of global and national economic interests?


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"The Organizing Committe reserves the right to changes"
"El Comité Organizador se reserva el derecho de realizar cambios"

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